Eventos traumáticos na infância e psoríase : um estudo transversal observacional

dc.contributor.advisorSkare, Thelma Larocca
dc.contributor.authorAkamine, Andreia Akina
dc.contributor.authorRusch, Gabriela de Souza
dc.date.accessioned2021-12-13T15:30:29Z
dc.date.available2021-12-13T15:30:29Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractIntrodução: A psoríase é uma doença cutânea autoimune e de etiologia desconhecida. Fatores genéticos e ambientais desempenham papel fundamental na sua etiopatogenia. Postula-se que fatores emocionais podem precipitar e/ou exacerbar a doença. Objetivos: Estudar a associação entre eventos traumáticos na infância e aparecimento posterior de psoríase. Verificar se a gravidade da lesão cutânea está ligada ao número de eventos adversos na infância. Verificar se a idade de aparecimento da psoríase está ligada a ocorrência de eventos traumáticos na infancia. Metodología: Foi realizado um estudo transversal observacional caso controle com 318 pacientes, desses 104 com psoriase e 214 do grupo controle no período de junho de 2019 à outubro de 2020. Os dados clínicos foram coletados através de entrevista direta com os participantes no ambulatório do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (HUEM) e preenchimento de formulário em GOOGLE FORMS. Pacientes e controles responderam às perguntas do questionário de ACEs (adverse childhood events): Questionário sobre traumas na infância) sobre experiências de abuso infantil, negligência, violência doméstica e disfunções domésticas. A pontuação do questionário varia de zero (melhor resultado) a 8 (pior cenário). Os prontuários dos pacientes com psoríase foram revisados para dados epidemiológicos, clínicos e de tratamento. O PASI (Índice de Gravidade da Área de Psoríase) foi medido simultaneamente com o questionário. Resultados: Os pacientes com psoríase apresentaram um número mediano de ACEs de 4 (IQR=3-5) enquanto os controles apresentaram um valor mediano de 3 (IQR= 2-4) com p = 0,0001. O número de ACEs não se associou ao PASI, idade de início da doença, subtipo de psoriase nem com a presença de artrite associada (todas p>0,5). Pacientes femininos com psoríase apresentaram mais ACEs do que os do sexo masculino (p=0,04). Conclusão: Neste estudo, houve uma maior prevalência de eventos adversos na infância nos pacientes com psoríase em relação aos pacientes do grupo controle. Não foi possivel associar o número de ACEs com subtipo de psoriase ou gravidade da lesão cutânea.pt_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.mackenzie.br/handle/10899/28325
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectPsoríasept_BR
dc.subjectExperiências adversas na infânciapt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectDoenças autoimunespt_BR
dc.titleEventos traumáticos na infância e psoríase : um estudo transversal observacionalpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
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