Qualidade de vida tardia de receptores de rim de doador vivo e falecido

dc.contributor.advisorJaworski, Paulo Eduardo Dietrich
dc.contributor.authorCamargo, Pedro Henrique Haisi Amaral
dc.contributor.authorKimura, Renata Namie Yoshioka
dc.date.accessioned2023-05-29T18:27:50Z
dc.date.available2023-05-29T18:27:50Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractIntrodução: Qualidade de vida é um tema relevante para a sociedade, visto que hoje há maior visibilidade e estímulo para o envelhecimento saudável. É um assunto cada vez mais importante devido ao aumento global da expectativa de vida populacional e, consequentemente, aumento dos portadores de doenças crônicas não transmissíveis, como a doença renal crônica (DRC). O tratamento de escolha da DRC terminal é o transplante renal, realizado por meio de um doador vivo ou falecido, segundo a legislação vigente brasileira. São escassos os dados na literatura sobre a comparação da qualidade de vida a longo prazo dos pacientes transplantados e a correlação deste dado com a origem do enxerto (doador vivo ou falecido). Objetivos: Analisar a qualidade de vida dos pacientes que se submeteram a transplante de rim de doador vivo e doador falecido antes de 2012 no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie. Métodos: Este é um estudo transversal observacional. Foram selecionados pacientes submetidos a transplante renal até 2012, sendo a amostra composta por 24 pacientes do sexo feminino, 53,5% de DV e 61,5% de DF e 19 do sexo masculino, com 46,5% de DV e 38,5% de DF. Foi aplicado o questionário Short-Form-36 para qualidade de vida foi aplicado. Os dados foram tabulados em excel e analisados estatisticamente. Resultados: Pacientes com DF apresentaram 39 meses a mais de diálise (p=0,017) e maiores níveis medianos de creatinina na primeira semana do que o grupo de DV (D1: p=0,001; D3 e D7: p<0,001) com maior decaimento mensal (-0,011) ao longo dos 8 anos de TR (p< 0,001) e menores níveis de creatinina em sétimo e oitavo ano (respectivamente p=0,008; p=0,037). Em relação ao SF-36, o único domínio estatisticamente significante foi “Saúde Mental”, com melhores dados no grupo DF (0,008). Conclusão: Na amostra analisada, a QV de pacientes transplantados por DV e DF não apresentou diferença significativa, exceto no domínio “Saúde mental”, melhor em DF. Achados de creatinina na população estudada foram melhores no sétimo e oitavo ano em DF, com taxas maiores iniciais na primeira semana pós TR, apontando decaimento ao longo do tempo no grupo DF.pt_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.mackenzie.br/handle/10899/32740
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectqualidade de vidapt_BR
dc.subjecttransplante de rimpt_BR
dc.subjecttransplante de órgãospt_BR
dc.subjectdoadores vivospt_BR
dc.subjectcadáverpt_BR
dc.subjectfalência renal crônicapt_BR
dc.titleQualidade de vida tardia de receptores de rim de doador vivo e falecidopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
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