Prevenção cardiovascular prévia no diabético admitido em unidade coronariana - Uma avaliação segundo a diretriz brasileira de prevenção de doenças cardiovasculares no paciente diabético de 2017

dc.contributor.advisorZella, Maria Augusta Karas
dc.contributor.authorGuerra, Isabela
dc.contributor.authorSchmitz, Raul Felipe Menjom de Oliveira
dc.date.accessioned2023-05-29T18:16:43Z
dc.date.available2023-05-29T18:16:43Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractIntrodução: Diabetes mellitus (DM) é uma doença sistêmica associada à dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica, estados pró-trombóticos e pró-inflamatórios, aumento da gordura abdominal, além de alterações do metabolismo celular do coração. O descontrole glicêmico favorece o aparecimento de distúrbios micro e macrovasculares. Aproximadamente metade dos pacientes que passam por internamento em Unidades Coronarianas (UC) possuem como comorbidade o DM. A estratificação do risco CV torna-se importante nesses pacientes durante o seguimento clínico-ambulatorial, assim como a administração de drogas cardioprotetoras para prevenção da doença cardiovascular nessa população. Objetivos: Avaliar se os pacientes internados em Unidade Coronariana (UC) estão devidamente estratificados para Risco Cardiovascular e recendo manejo adequado para o controle de suas alterações metabólicas. Metodologia: Estudo transversal retrospectivo, com análise de prontuários de pacientes com entrada em Unidade Coronariana (UC) do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (HUEM) no período de janeiro de 2019 a agosto de 2021. Resultados: Foram analisados 1020 prontuários e selecionados 45 pacientes portadores de DM, média etária de 65,53 anos, maioria do sexo masculino (75%). Cerca de 8,89% apresentaram a anotação da retinopatia diabética, e 6,67% neuropatia autonômica cardiovascular, proteinúria positiva esteve presente em 15,56% dos pacientes, 60,61% dos pacientes apresentavam dosagem de HDL colesterol abaixo 40 mg/dl. Dados clínicos relacionados ao tempo de diagnóstico de diabetes, histórico familiar de DAC prematura, presença de placa em região carotídea, escore de cálcio coronariano, angiotomografia coronariana pesquisa do índice tornozelo-braquial não foram encontrados nos prontuários avaliados. Na avaliação da prescrição em uso domiciliar foram levantadas medicações de uso contínuo relacionadas ao tratamento da doença cardiovascular e ao diabetes. A prescrição de estatina foi encontrada em 23 pacientes (51,11%). Não há diferença significativa entre os grupos Tratado e Não Tratado quanto à Idade, aos Dados Clínicos e aos laboratoriais. O LDL colesterol dosado nos pacientes revascularizados e pacientes com SCA na admissão estava fora da meta prescrita pela diretriz e . 38 % deles não estavam fazendo uso de estatina no domicílio. Conclusão: a maioria dos pacientes tinha estratificação do seu risco cardiovascular, mas apesar do acompanhamento, os pacientes não recebiam o tratamento adequado.pt_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.mackenzie.br/handle/10899/32737
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectdiabetes mellituspt_BR
dc.subjectfatores de risco de doenças cardíacaspt_BR
dc.subjecthdl - colesterolpt_BR
dc.subjecthipertensãopt_BR
dc.subjectmetabolismopt_BR
dc.subjectcomorbidadept_BR
dc.titlePrevenção cardiovascular prévia no diabético admitido em unidade coronariana - Uma avaliação segundo a diretriz brasileira de prevenção de doenças cardiovasculares no paciente diabético de 2017pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
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