Configuração de maus tratos com a utilização de instrumentos no hipismo

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Tipo
TCC
Data
2020-11
Autores
Brandão, Ana Flávia Pires
Orientador
Almeida, Maria Cecília Ladeira de
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Programa
Resumo
Desde os mais remotos tempos, o cavalo e o homem tiveram suas vidas interligadas. De fonte de alimentação à melhor amigo, a relação desses dois seres foi evoluindo. Utilizado em guerras, serviços na fazenda, as habilidades do cavalo favoreceram o surgimento das provas equestres, possibilitando, também, a criação de novos empregos, como instrutores de hipismo, tratadores e atletas. Todavia, se por um lado o animal é visto como uma parte importante do conjunto, recebendo todo cuidado e amor que merece, por outro lado também é visto como uma “máquina” para outros; como um ser que não sofre dor e não possui sentimentos, e por isso sofre golpes desmedidos de espora e chicote, muitas vezes desnecessários. O problema começa na afirmação de que o simples fato do uso desses instrumentos é considerado maus tratos, o que não é verdade. Outro ponto relevante são as legislações, penalidades criadas e aplicadas pelo Poder Legislativo, Judiciário e pelos órgãos responsáveis pela fiscalização e orientação dos esportes equestres, que não são satisfatórias, no que se refere à punição dos infratores. Além das questões descritas anteriormente, o presente trabalho também traz o que deve ser feito para garantir a proteção e bem estar dos equinos.
Since the most remote times, the horse and the man had their lives intertwined. From a power source to a best friend, the relationship of these two beings has evolved. Used in wars, farm services, the horse's skills favored the emergence of equestrian events, also enabling the creation of new jobs, such as hippie instructors, keepers and athletes. However, if on the one hand the animal is seen as an important part of the whole, receiving all the care and love it deserves, on the other hand it is also seen as a “machine” for others; as a being who does not suffer pain and has no feelings, and therefore suffers excessive blows from spurs and whips, often unnecessary. The problem starts with the statement that the simple fact of using these instruments is considered mistreatment, which is not true. Another relevant point is the laws, penalties created and applied by the Legislative, Judiciary and by the bodies responsible for the supervision and orientation of equestrian sports, which are not satisfactory, with regard to the punishment of violators. In addition to the issues described above, the present work also brings what must be done to ensure the protection and well-being of horses.
Descrição
Palavras-chave
cavalos , hipismo , maus tratos , legislação , horses , equestrianism , mistreatment , legislation
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