A construção do estereótipo da mulher criminosa: da “caça às bruxas” ao etiquetamento social no século XXI
dc.contributor.advisor | Brito, Alexis Augusto Couto de | |
dc.contributor.author | Itri, Larissa de Melo | |
dc.contributor.referees | Silva, Ivan Luis Marques da | |
dc.contributor.referees | Andrade, Bruna Soares Angotti Batista de | |
dc.date.accessioned | 2023-03-10T19:46:00Z | |
dc.date.available | 2023-03-10T19:46:00Z | |
dc.date.issued | 2020-06 | |
dc.description.abstract | Este trabalho teve como objetivo compreender como foram construídos os fenômenos que levaram à perseguição de milhares de mulheres em determinados períodos da história, assim como quais argumentos foram utilizados para tais fins. A partir dos estereótipos conhecidos de determinadas épocas se buscou entender como se deu sua construção e como se reciclaram nos séculos seguintes. Diante de uma perspectiva materialista histórica, buscou-se entender quais acontecimentos históricos deram início e fundamento a estas perseguições e como o Estado se utilizou do poder de punir e das agências de controle para criminalizar e encarcerar estereótipos indesejáveis. Da figura da “Bruxa” na Idade Média, à Prostituta no Renascimento, à mulher operária na Revolução Industrial, à mulher histérica no século XX e à mulher traficante do século XXI. Todas tinham em comum um único fator: a inadequação ao papel de mãe-esposa-dona-de-casa. | pt_BR |
dc.description.abstract | This monography aims to understand the phenomena which initialize the persecution of thousands of women in certain periods of history, besides grasping the range of arguments addressed to endorse such purposes. From the stereotypes created in certain times, the study unveils how these were built and how they were recycled in the following centuries. Starting from a historical materialist perspective, we tried to understand which historical events initiated and grounded these persecutions and how the State used the power to punish and control agencies to criminalize and imprison undesirable stereotypes. From the figure of “Witch” in the Middle Ages, to the Prostitute in the Renaissance, to the female worker in the Industrial Revolution, to the hysterical woman in the 20th century and to the female dealer in the 21st century. They all had in common one fact: the inadequacy of the role of mother-wife housewife. | pt_BR |
dc.format | Texto | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/31636 | |
dc.language | pt_BR | pt_BR |
dc.publisher | Universidade Presbiteriana Mackenzie | pt_BR |
dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
dc.publisher.initials | UPM | pt_BR |
dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
dc.subject | mulheres | pt_BR |
dc.subject | criminalização | pt_BR |
dc.subject | história | pt_BR |
dc.subject | women | pt_BR |
dc.subject | criminalization | pt_BR |
dc.subject | history | pt_BR |
dc.title | A construção do estereótipo da mulher criminosa: da “caça às bruxas” ao etiquetamento social no século XXI | pt_BR |
dc.type | TCC | pt_BR |
local.publisher.department | Faculdade de Direito (FD) | pt_BR |
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