A regulação da inteligência artificial e os impactos às garantias individuais e coletivas

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Tipo
TCC
Data de publicação
2023-06
Periódico
Citações (Scopus)
Autores
Pereira, Adson Rithiele da Silva
Orientador
Padin, Camila Ferrara
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Programa
Resumo
O debate sobre as novas soluções tecnológicas compostas por Inteligência Artificial tem tido grande destaque pela mídia e pela sociedade nas últimas décadas, especialmente decorrente da utilização de algoritmos por renomadas organizações e big techs de maneira nebulosa e pouco transparente a público sobre os verdadeiros objetivos da coleta exacerbada de dados e informações que extrapolam a finalidade apresentada. Tais práticas passaram a ser fortemente questionadas em âmbito internacional após contingências apuradas sobre incidentes de vazamentos de dados e informações, quebras de sigilo comercial e empresarial e dentre outros casos que se intensificou incômodo social quanto à forma que as organizações públicas e privadas tratam os dados pessoais que, na maioria das vezes, visam aperfeiçoar produtos e serviços, refinar publicidade e direcionar ações de marketing a público específico, analisar os perfis de consumo de diversos ramos e demais ações que contribuem com o desenvolvimento do Big Data. Em contrapartida, também podem ser identificados pontos positivos gerados pelo uso consciente da Inteligência Artificial, observando a responsabilidade social e ética, visto que essa transformação já exige robusta adequação para impedir que se viole direitos e liberdades humanas consagradas constitucionalmente no ordenamento jurídico brasileiro. Diante disso, o resultado do exame das informações, discussões, obras e textos selecionados para o presente artigo foi com o objetivo de dimensionar o que a regulação da Inteligência Artificial poderá impactar, contribuir ou dificultar num contexto de conflito de direitos e garantias fundamentais.
The debate about technological solutions made up by Artificial Intelligence has been highlighted by the media and society in recent decades, especially due to the use of algorithms by renowned organizations and big techs in nebulous terms and with a leck of transparency to the public about the true objectives on an exacerbated data collection for data and information that goes beyond the purpose presented. Such practices have became strongly questioned on international level after contingencies found about incidents on data and information leaks, breaches of commercial and business secrecy among other cases that have intensified as a social issue regarding the way that public and private organizations treat personal data, which most of the time aim to improve products, refine advertising and direct marketing actions to a specific audience, analyze consumption profiles on different branches and other actions created with the development of Big Data. In contrast, positive points can also be identified by the conscious use of Artificial Intelligence, considering social and ethical responsibility, as this transformation already requires robustness to prevent the violation of human rights and freedoms enshrined constitutionally in the Brazilian legal system. In view of this, the result of the examination of the information, discussions, works and texts selected for this article has the objective to dimensioning what the regulation of Artificial Intelligence could impact, contribute or hinder in a context of conflict rights and fundamental guarantees.
Descrição
Palavras-chave
inteligência artificial , IA , regulação , inovação , artificial intelligence , AI , machine learning , regulation
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