Reparo percutâneo da valva mitral com sistema mitraclip em pacientes com alto risco cirúrgico: análise de casos de serviço de cardiologia de Curitiba

dc.contributor.advisorKubrusly, Luiz Fernando
dc.contributor.authorKascharowski, Bruno Floriani da Costa
dc.contributor.authorCamargo, Daniel Marcondes
dc.date.accessioned2023-05-29T22:59:55Z
dc.date.available2023-05-29T22:59:55Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractA insuficiência mitral (IM) é um achado comum em pacientes com cardiomiopatia isquêmica ou não isquêmica. O tratamento pode ser por plastia, troca valvar, ou clipagem percutânea da valva mitral com o sistema MitraClip®, recomendado para pacientes de alto risco cirúrgico Objetivo: Reportar os resultados do reparo percutâneo da valva mitral com MitraClip ® em uma série de casos consecutivos em um centro de referência em cirurgia cardiovascular. Metodologia: Estudo observacional transversal em que foram analisados prontuários de pacientes com insuficiência mitral e alto risco cirúrgico que foram tratados utilizando o sistema Mitraclip®, entre janeiro de 2016 a junho de 2022, acompanhada pelo serviço de Cirurgia Cardiovascular do Instituto do Coração de Curitiba (Incor Curitiba). Resultados: Foram avaliados 6 procedimentos de clipagem mitral com dispositivo MitraClip®. A análise dos prontuários mostrou um IMC variando de 21,07 a 44,98, sendo a média 28,22. Todos apresentavam insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e em relação a comorbidades, as mais presentes foram diabetes e obesidade (ambos presentes em 33% dos pacientes). Comparando os dados obtidos através do exame de Ecocardiograma Transesofágico pré e pós operatórios foi observado: a dimensão diastólica e sistólica do ventrículo esquerdo, no pré operatório era em média 55,97 mm e 35 mm, respectivamente, tendo diminuído para 51,25 mm e 34,5 mm. Pela diferença de médias foi observado uma diminuição de 4,72 mm na dimensão diastólica e 1,25 mm na dimensão sistólica. A dimensão diastólica apresentou p<0,05 e a dimensão sistólica p>0,05. A fração de ejeção no pré-operatório era, em média, 68% tendo diminuído, em média, para 60%. O grau de regurgitação mitral em 4 pacientes (66,66%) eram +4 e nos outros 2 pacientes (33,33%) eram +3, no pós operatório todos os pacientes tiveram melhora, 83,33% melhoraram +2 em sua classificação após a intervenção. Conclusão: A clipagem percutânea da valva mitral por MitraClip® é uma técnica que se mostra segura aos pacientes de alto risco cirúrgico. Contudo, devido a ser uma técnica muito recente ainda são necessários mais estudos, mas ela se mostra uma alternativa promissora para o futuro.pt_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.mackenzie.br/handle/10899/32788
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectinsuficiência da valva mitralpt_BR
dc.subjectremodelação ventricularpt_BR
dc.subjectvalva mitralpt_BR
dc.titleReparo percutâneo da valva mitral com sistema mitraclip em pacientes com alto risco cirúrgico: análise de casos de serviço de cardiologia de Curitibapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
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