Avaliação da satisfação sexual e sua correlação com a autoestima no paciente queimado do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie
dc.contributor.advisor | Mehanna, Samya Hamad | |
dc.contributor.author | Yamamoto, Brenda Kei Oliveira | |
dc.contributor.author | Soares, Maria Eduarda Binder | |
dc.date.accessioned | 2024-07-23T18:50:14Z | |
dc.date.available | 2024-07-23T18:50:14Z | |
dc.date.issued | 2023-06-29 | |
dc.description.abstract | Introdução: As queimaduras são consideradas o quarto tipo mais comum de trauma no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. No Brasil, estima-se que cerca de um milhão de pessoas sofram queimaduras a cada ano, segundo o Ministério da Saúde. Objetivos: Analisar a satisfação sexual e relacioná-la com a autoestima em pacientes com queimaduras atendidos no ambulatório de Queimados do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (HUEM). Método: Pesquisa transversal, observacional e analítica através da aplicação do questionário (Burn Sexuality Questionnaire) em pacientes queimados que frequentam o ambulatório de queimados do HUEM. A amostra total foi de 50 entrevistados, com idade superior a 18 anos e inferior a 75 anos, que já haviam iniciado a vida sexual. Os dados coletados foram submetidos a análise estatística. Resultados: Entre os participantes, 56% eram do sexo feminino e 44% eram homens, com média de idade de 34,5 anos. Em relação ao estado civil, 42% eram casados e 54% solteiros. A maioria (74%) relatou ter tido um relacionamento sexual fixo antes da queimadura, e 80% afirmaram continuar a ter vivências sexuais após o trauma. Embora tenham sido observadas diferenças nas médias de imagem corporal entre homens e mulheres, e de conforto social entre os solteiros e casados, essas diferenças não foram estatisticamente significativas. No entanto, foram encontradas diferenças em relação à idade, com taxas mais altas em pacientes de 32 e 33 anos e mais baixas em pacientes de 46 e 47 anos no fator que avalia a imagem corporal, e o valor mais alto aos 32 anos e valores mais baixos em 33 e 21 anos no que tange avaliação do conforto social. Além disso, a extensão da superfície corporal queimada mostrou relevância estatisticamente significativa ao comparar pequenas queimaduras com médias, mas não em comparação com grandes queimaduras, porém tal dado demonstra que a quantidade de corpo atingida traz percepções diferentes na evolução dos pacientes. Conclusão: Os métodos de avaliação do impacto da qualidade de vida em queimados devem ser atualizados, considerando questões contemporâneas como orientação sexual e identidade de gênero. Além disso, é crucial garantir o cuidado interdisciplinar, envolvendo profissionais de saúde física, mental e sexual, assim como reabilitação e apoio psicossocial, para promover o bem-estar geral desses pacientes. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38975 | |
dc.publisher | Universidade Presbiteriana Mackenzie | pt_BR |
dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
dc.subject | queimaduras | pt_BR |
dc.subject | saúde sexual | pt_BR |
dc.subject | autoimagem | pt_BR |
dc.title | Avaliação da satisfação sexual e sua correlação com a autoestima no paciente queimado do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie | pt_BR |
dc.type | TCC | pt_BR |
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