Centro de interpretação do Manauara
dc.contributor.advisor | Guerra Neto, Abílio da Silva | |
dc.contributor.author | Cabral Filho, Camilo Gil | |
dc.date.accessioned | 2023-05-29T13:48:32Z | |
dc.date.available | 2023-05-29T13:48:32Z | |
dc.date.issued | 2021-06 | |
dc.description.abstract | Um complexo arquitetônico do início do século XX em estado de ruínas e com a possibilidade de se transformar em shopping. Essa foi a proposta de projeto concebida para o Complexo Booth Line; localizado no Centro Histórico de Manaus, o qual é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Apesar de ser tombado, o que sugere que o mesmo seria de grande importância para a história da capital amazonense, esse conjunto arquitetônico apresenta-se cada dia mais deteriorado e esquecido pela população da cidade. O Complexo Booth Line ficou conhecido assim em razão de uma de suas casas pertencer à companhia marítima Booth Steamship, que dentre seus navios, um fazia o trajeto Inglaterra – Manaus. Esse conjunto arquitetônico foi construído durante a “Belle Époque Amazônica”, período no qual grandes edificações foram erguidas. Dentre elas, o Teatro Amazonas (inaugurado em 1896), tão moderno e luxuoso que levou Manaus ser considerada uma das cidades mais desenvolvidas do país. Tudo devido ao dinheiro obtido com a extração de látex para a produção de borracha. Mesmo sendo o conjunto arquitetônico propriedade privada, acredito que ele deva ter uma destinação nobre, em razão do mesmo evocar uma época importante para cidade e por estar localizado na área mais vibrante do Centro Histórico, em frente ao Rio Negro. Proponho repensar a maneira com que o patrimônio histórico vem sendo feito em Manaus. Não é somente tombar uma edificação privada e permitir que ela se torne o que o proprietário queira que ela seja, sem considerar que certas edificações tem um caráter mais urbano, portanto mais especial para a cidade. Algumas edificações, como é o caso do Complexo Booth Line, precisam ser pensadas a partir de uma dimensão mais pública. Nem todos os edifícios históricos devem se tornar clínicas médicas, shoppings ou hotéis boutique. Entender o que tem em volta do Complexo Booth Line, compreender as diferenças entre os diversos tipos de manauaras que habitam a cidade e as demandas dela, me fizeram chegar ao Centro de Interpretação do Manauara. Este, dividido em cinco segmentos – dança, comida, descanso, praça e diversão –, apresenta-se como um espaço que gera encontros. É um lugar em que é possível ver o manauara realizando diferentes atividades, sem a ótica museológica exclusiva da exposição para a contemplação. Você deve entender o manauara ao frequentar o centro de interpretação | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/32727 | |
dc.language | pt_BR | pt_BR |
dc.publisher | Universidade Presbiteriana Mackenzie | pt_BR |
dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
dc.subject | patrimônio | pt_BR |
dc.subject | Manaus | pt_BR |
dc.subject | museológica | pt_BR |
dc.subject | exposição | pt_BR |
dc.title | Centro de interpretação do Manauara | pt_BR |
dc.type | TCC | pt_BR |
local.publisher.department | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) | pt_BR |