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dc.contributor.advisorSobral, Ana Cristina Lira
dc.contributor.authorSeidel, Catherine Enk Fischer
dc.contributor.authorFerraz, Melissa Carolina Ozório
dc.date.accessioned2021-03-09T18:14:11Z
dc.date.available2021-03-09T18:14:11Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/27964
dc.description.abstractRESUMO Introdução: O câncer de mama é um problema de saúde pública, representando, em 2018, 29,5% de todas as neoplasias no Brasil. O principal fator de risco é ser mulher, mas se destacam também o envelhecimento, história familiar, consumo de álcool, excesso de peso e exposição ao estrogênio. O rastreamento consiste na tentativa de pesquisa da doença em população assintomática na fase pré-clínica. O Ministério da Saúde recomenda a mamografia bienal nas mulheres de idade entre 50 e 69 anos. Há divergência na literatura a respeito dessa política. O entendimento dos fatores epidemiológicos, biologia do tumor e sua disseminação associados a aspectos moleculares, radiológicos e clínicos são essenciais para permitir políticas de rastreio e diagnóstico precoce. Objetivos: Verificar os aspectos epidemiológicos das pacientes diagnosticadas com câncer de mama e avaliar fatores referentes ao tumor que têm impacto no prognóstico. A partir disso, avaliar a eficácia da atual política de rastreamento adotada pelo SUS. Metodologia: Nesse estudo, 194 prontuários de pacientes diagnosticadas com câncer de mama período de 2013 a 2018 no serviço de Ginecologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (HUEM) foram analisados, sendo 76 descartados por não se adequarem aos critérios. Dentre as variáveis analisadas estão: idade ao diagnóstico, tamanho do tumor, tipo e grau histológico, BIRADS, clínica e cirurgia realizada inicialmente. Resultados: A média de idade das pacientes ao diagnóstico foi de 52,31 anos, variando de 23 a 82. As faixas etárias mais prevalentes foram as de 50 a 59 anos, seguida de 40 a 49 anos. 81% das pacientes procuraram serviço médico com queixa de nódulo palpável e apenas 9% eram assintomáticas ao diagnóstico. 56,78% dos tumores eram de grau histológico tipo 2, enquanto 35,59% foram classificados como grau 3. 73,73% apresentava tamanho tumoral de dimensão igual ou superior a 2 centímetros. Dentre as cirurgias realizadas inicialmente, a mastectomia foi a mais frequente (51,69%). 58% das pacientes apresentaram linfonodo positivo para malignidade. Conclusões: 53,39% das pacientes não estão dentro da faixa etária abrangida pela atual política. Além disso, 91% das pacientes relatavam clínica ao diagnóstico, o que indica falha no principal objetivo do rastreamento. Dentre as pacientes fora da faixa etária de rastreamento, 94% apresentava tumores de grau 2 ou 3. Nesse mesmo grupo, 54% das pacientes manifestaram tumor de tamanho igual ou superior a 2 centímetros.pt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectCâncer de mamapt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.titleCorrelação epidemiológica e clínica em pacientes diagnosticadas com câncer de mama em hospital universitáriopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.date.qualified2019


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