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dc.contributor.advisorSkare, Thelma Larocca
dc.contributor.authorMattar, Jamile Espíndula
dc.contributor.authorAbrahão, Karina Rodrigues
dc.date.accessioned2021-03-05T19:04:03Z
dc.date.available2021-03-05T19:04:03Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/27955
dc.description.abstractRESUMO Fundamento: A falta de dados brasileiros específicos sobre desordens do sono em pacientes com Espondiloartrites (SpA) demonstram a necessidade de novos estudos para melhor entendimento das carências deste grupo de pacientes. Objetivo: Verificar a qualidade de sono dos portadores de SpA, relacionando-a com a presença da Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) e com Depressão; associar a qualidade do sono com os níveis de atividade das SpA. Casuística e Método: Foram estudados 107 pacientes com diagnóstico de SpA pelos critérios ASAS em acompanhamento no ambulatório de reumatologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie. Realizou-se análise dos prontuários para coleta de dados epidemiológicos, clínicos, laboratoriais e de tratamento, seguida pela aplicação dos questionários PITTSBURGH para avaliação da qualidade do sono, BERLIN para análise de SAOS (Síndrome da apneia obstrutiva do sono) e CES-D (Center for Epidemiologic Studies – Depression) para rastreamento de Depressão, além do instrumento BASDAI (Bath Ankylosing Espondylitis Disease Activity Index) para determinação do grau de atividade da doença. Os mesmos questionários foram aplicados em grupo controle com 107 pessoas saldáveis, com exceção do instrumento BASDAI, posteriormente pareado em IMC, idade e gênero com o grupo de pacientes para comparação de dados. Resultados: Na amostra com SpA estudada 34,6% dos pacientes apresentam distúrbio do sono (PSQI≥10), enquanto no grupo controle apenas 12,1%, mostrando relação estatística significativa entre a presença da SpA e a piora na qualidade do sono (P=0,0001). Para SAOS, 53,2% dos pacientes com SpA apresentaram alto risco, contra 27,1% do grupo controle (P<0.0002). O escore do questionário CES-D foi significativamente maior (P<0,0001) no grupo dos pacientes com distúrbio do sono (mediana de 27 variando entre 15,5 e 38) do que no grupo sem distúrbio do sono (mediana de 15 variando ente 9 e 45), mostrando relação positiva entre distúrbio do sono e depressão. A mesma correlação ocorreu entre distúrbio do sono e BASDAI (P=0,0309). Conclusão: Reafirma-se através desse estudo que os portadores de SpA possuem pior qualidade do sono ao serem comparados com um grupo controle saudável. Os pacientes mal dormidores também obtiveram um maior risco para SAOS e maiores escores na escala de depressão, quando comparados com os pacientes sem distúrbios do sono, relação que se manteve quando analisada a atividade na doença. Não houve diferença significativa entre qualidade sono, risco para SAOS e para depressão entre pacientes com a forma axial e periférica das SpA.pt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEspondiloartropatiaspt_BR
dc.subjectsonopt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.titleQualidade do sono em pacientes com espondiloartritespt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.date.qualified2019


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