Marcas intertextuais no discurso publicitário da aspirina: se é Bayer, é bom

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Tipo
Dissertação
Data
2008-08-26
Autores
Baraldi, Vanessa de Paula Zagnole
Orientador
Brito, Regina Helena Pires de
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Membros da banca
Borges, Maria Zélia
Casagrande, Nancy dos Santos
Programa
Letras
Resumo
A presente dissertação visa levantar as marcas intertextuais presentes especificamente em anúncios impressos da Bayer no segmento Aspirina, uma vez que esta indústria, presente no Brasil desde 1896 e destaque no meio farmacêutico com suas peças publicitárias, marcou a história da propaganda brasileira. Para atingir o objetivo pretendido, foram selecionadas seis peças publicitárias dos anos 40, 50, 90 e 2000, retiradas de revistas de grande veiculação como Cláudia, Manchete e o Jornal Folha de São Paulo. Do ponto de vista teórico, fundamentou-se na Lingüística Textual, especialmente com as obras de Kristeva (1978), Koch (1986, 2000, 2006 e 2007), Fiorin (1999), Valente (1999) e Maingueneau (2004). Como resultado, observou-se que as peças publicitárias da marca Bayer ocupam a memória intelectual e fotográfica de seus consumidores, por se tratar, na maioria das vezes, de assuntos ligados ao cotidiano e ao mesmo tempo, por dialogar com fatos importantes da história.
Descrição
Palavras-chave
intertextualidade , discurso publicitário , lingüística textual , intertextuality , publicity speech , textual linguistic
Citação
BARALDI, Vanessa de Paula Zagnole. Marcas intertextuais no discurso publicitário da aspirina: se é Bayer, é bom. 2008. 93 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2008.