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dc.creatorAquino, Paula Silveira dept_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:45:21Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:12:58Z
dc.date.available2011-11-16pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:12:58Z
dc.date.issued2011-02-09pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25250
dc.description.abstractThis Mastership Dissertation presents analysis of the narrative point of view in the short-stories "The fall of the House of Usher", "The Tell-Tale Heart", and "Berenice", by Edgar Allan Poe, with basis on theories by Norman Friedman, which is approached by Ligia Chiappini Moraes Leite (2002), and Wayne C. Booth, about the unreliable narrator Some theoretical considerations approached by Poe, in the "Philosophy of the composition" (1846) and in other essays translated by Baudelaire (2003), are also utilized. Considerations by Todorov (2004), Freud (1919), Jung (1961) apud Philippov (1999), and Castex (1951) apud Philippov (1999), about fantastic theories are also approached. It is verified that all the analyzed works are narrated in first person. It means that the narrator is always a participating character of the story. It was possible to evidence that there is, in all of them, a contradiction between what the narrator proposes himself to do and that which is permitted by the situation he is inserted in. The trials in helping a friend, who lives in a full of melancholy house, to alleviate a nervous agitation are all vain, since it is the mansion‟s owner who ushers the narrator to execute his habitual activities. In the second short-story, the character who does not accept to be called mad and wants to show all the calm, precaution and perfection he had when he killed the old man he used to look after, suffers from an acuteness of the sense of hearing, which makes him hear the beats of the murdered man‟s heart. This sound shows the limits between the narrator's calm and fury, until the moment in which he, believing that the policemen could hear the same thing he could, and would be making a mockery of him, confesses the crime. Finally, the narrator Egaeus is conscious that he always had a bad health and recognizes that his reality of life is different from the one of other characters around him. In spite of saying that he does not seek to convince, Egaeus makes long explanations about the features of his illness and tries to avoid technical language, so that the common reader is able to comprehend him. He hopes that the revelation of his consciousness of the crime, and of the consequent family dishonor could assuage his guilt.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEdgar Allan Poepor
dc.subjectponto de vista narrativopor
dc.subjectpersonagempor
dc.subjectEdgar Allan Poeeng
dc.subjectnarrative point of vieweng
dc.subjectcharactereng
dc.titleO ponto de vista narrativo em Poepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentLetraspor
dc.publisher.programLetraspor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNASpor
dc.description.resumoEsta Dissertação de Mestrado apresenta análises do ponto de vista narrativo nos contos "A queda da Casa de Usher", "O coração denunciador" e "Berenice", de Edgar Allan Poe, com base nas teorias de Norman Friedman, abordada por Ligia Chiappini Moraes Leite (2002), e de Wayne C. Booth (1980), a respeito do narrador pouco digno de confiança. Também são utilizadas algumas considerações teóricas abordadas por Poe na "Filosofia da composição" (1846) e em outros ensaios traduzidos por Baudelaire (2003). Em se tratando de teoria fantástica, abordam-se considerações de Todorov (2004), Freud (1919), Jung, (1951) apud Philippov (1999) e Castex (1961) apud Philippov (1999). Verifica-se que todas as obras analisadas são narradas em primeira pessoa. Isso significa que o narrador é sempre uma personagem participante da história. Foi possível constatar que há, em todas elas, uma contradição entre o que o narrador se propõe a fazer e aquilo lhe é permitido pela situação em que ele se insere. As tentativas de ajudar um amigo, que vive em uma mansão cheia de melancolia, a aliviar sua agitação nervosa, são todas vãs, já que é o dono da mansão conduz o narrador a realizar suas atividades habituais. No segundo conto, a personagem que não aceita ser chamada de louca e quer demonstrar toda a calma, precaução e perfeição que teve ao matar o velho de quem cuidava, sofre de uma acuidade do sentido da audição, que faz com que ela ouça o bater do coração do homem assassinado. Este som mostra os limites entre a calma e a fúria do narrador, até o momento em que ele, acreditando que os policiais podiam ouvir o mesmo e estavam zombando dele, confessa o crime. Por fim, o narrador Egaeus é consciente de sempre teve uma má saúde e reconhece que a sua realidade de vida é diferente da de outras personagens ao seu redor. Apesar de dizer que não pretende convencer, Egaeus faz longas explicações sobre as características de sua doença e tenta evitar linguagem técnica para que o leitor comum possa compreendê-lo. Ele espera que a revelação de sua consciência do crime, e da consequente desonra familiar, possa amenizar sua culpa.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3744493995443507por
dc.contributor.advisor1Amaral, Glória Carneiro dopt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2120597822999751por
dc.contributor.referee1Corrêa, Lilian Cristinapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0868074104171290por
dc.contributor.referee2Philippov, Renatapt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9950264048329182por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/4372/Paula%20Silveira%20de%20Aquino.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/2117/1/Paula%20Silveira%20de%20Aquino.pdf


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