Show simple item record

dc.creatorSilveira, Charles Willians
dc.date.accessioned2017-09-22T15:43:32Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:11:31Z
dc.date.available2020-05-28T18:11:31Z
dc.date.issued2017-08-04
dc.identifier.citationSILVEIRA, Charles Willians. A criação de Adão como imagem sobrevivente: uma perspectiva nietzschiana. 2017. 138 f. Dissertação( Educação, Arte e História da Cultura) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo .por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25022
dc.description.abstractEl estudio de la historia del arte es un importante camino en las ciencias humanas. La investigación hermenéutica de las obras de arte nos posibilita una comprensión más amalgamada de la propia existencia humana. Uno de los historiadores del arte que ha venido a destacar en el cambio del siglo XIX al siglo XX fue el alemán Aby Warburg. Según el historiador, profundamente inspirado por la perspectiva nietzscheana, la obra de arte lleva imágenes fantasmas; Imágenes-sobrevivientes que insisten en asombrar. Dentro de esta nueva perspectiva, el trabajo objetivo demostrar, por medio de la iconología de Warburg y de la genealogía nietzscheana, como la obra de arte sobrevive en el transcurso del tiempo, por medio de sus fantasmas, y lo que ella puede decir sobre lo contemporáneo. La obra Creación de Adán, de Miguel Ángel, será la herida abierta en el tiempo, para que podamos comprender cómo detener el avance del nihilismo, después de la muerte de Dios. ¿Qué podría decirnos todavía esta obra de arte sobre la creación, en un mundo marcado por la muerte de todas las muertes? Por lo tanto, el arte surge como un camino alternativo a lo sagrado. La herida causada por la muerte de Dios es fuente de dolor para contemporáneo, pero también posibilidad de salvación. La "imagen que cura", podría ser el título de este trabajo. Usando el dolor como fuente de significación, en ausencia de un creador a priori, necesitamos asumir la postura artística. Tacitamente, el acto de crear es la real imagen y semejanza entre lo divino y el "más allá del hombre"; La conclusión y el antídoto contra el nihilismo.spa
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectcriaçãopor
dc.subjectimagempor
dc.subjectniilismopor
dc.titleA criação de Adão como imagem sobrevivente: uma perspectiva nietzschianapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentCentro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT)por
dc.publisher.programEducação, Arte e História da Culturapor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIApor
dc.description.resumoO estudo da história da arte é um importante caminho nas ciências humanas. A pesquisa hermenêutica das obras de arte possibilita-nos uma compreensão mais amalgamada da própria existência humana. Um dos historiadores da arte que veio ter grande destaque na virada do século XIX para o século XX foi o alemão Aby Warburg. Segundo o historiador, profundamente inspirado pela perspectiva nietzschiana, a obra de arte carrega Imagens-fantasmas; imagens-sobreviventes que insistem em nos assombrar. Dentro desta nova perspectiva, o trabalho objetiva demonstrar, por meio da iconologia de Warburg e da genealogia nietzschiana, como a obra de arte sobrevive no decorrer do tempo, por meio de seus fantasmas, e o que ela pode dizer sobre o contemporâneo. A obra Criação de Adão, de Michelangelo, será a ferida aberta no tempo, para que possamos compreender como deter o avanço do niilismo, após a morte de Deus. O que poderia nos dizer, ainda, essa obra de arte sobre a criação, em um mundo marcado pela “morte de todas as mortes?”. Portanto, a arte surge como um caminho alternativo para o sagrado. A ferida causada pela morte de Deus é fonte de dor para contemporâneo, mas também possibilidade de salvação. A “imagem que cura”, poderia ser o título deste trabalho. Usando a dor como fonte de significação, na ausência de um criador a priori, precisamos assumir a postura artística. Tacitamente, o ato de criar é a real imagem e semelhança entre o divino e o “além-do-homem”; a conclusão e o antídoto contra o niilismo.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9123662210493244por
dc.contributor.advisor1Bueno, Marcelo Martins
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5593879626315474por
dc.contributor.referee1Campos, Berno Martins
dc.contributor.referee2Araujo, Paulo Roberto Monteiro de
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/14918/Charles%20Willians%20Silveira.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/3329/5/Charles%20Willians%20Silveira.pdf
dc.keywordscreaciónspa
dc.keywordsImagenspa
dc.keywordsniilismospa


Files in this item

FilesSizeFormatView

There are no files associated with this item.

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Acesso Aberto
Except where otherwise noted, this item's license is described as Acesso Aberto