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dc.creatorSantos, Adriano Camargo Barbosa dos
dc.date.accessioned2018-04-28T16:21:50Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:06:38Z
dc.date.available2020-05-28T18:06:38Z
dc.date.issued2018-02-06
dc.identifier.citationSANTOS, Adriano Camargo Barbosa dos. A crítica materialista da democracia: forma jurídica e a autonomia relativa do estado. 2018. 118 f. Dissertação (Direito Político e Econômico) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo.por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/24067
dc.description.abstractThe present work seeks to analyze the nature of democracy within a Pachukanian legal Marxist perspective and the materialist theory of the State of Joachim Hirsch. In Pachukan's legal view law becomes understood with legal subjectivity as its atom, and Hirsch within this Pachukanian view makes a derivation of the State as a social form that conforms to the legal form. The separation between the "public" and the "private", possible only with the advent of the legal form and the state political form allow the existence of democracy. However, democracy can exist in and only in capitalism, but it must not exist, it is not an imperative. The institutional arrangements, resulting from the relations of force from the class struggle, preserve or extinguish democracy. In addition, the valorization of value when it enters into a crisis of accumulation, its tendency law of the form of fall value of the rate of profit impels objective coercions on the classes that will determine a democratic capitalism, as in the case of Fordism, or a dissociation between capitalism and democracy, as in post-Fordism. With the intermediate concepts of the theory of French regulation that integrate the materialist theory of the State of Joachim Hirsch, the relations between the regime of accumulation and the mode of regulation determined by the contradictions and social antagonisms of capitalism determine the existence or not of democracy. To think of democracy in a materialistic bias is to exclude ideological analyzes of the emancipatory potential of democracy, which is nothing but a more totalitarian form of containing the class struggle and the valorization of value. Communism and democracy are antagonistic goals.eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectdemocraciapor
dc.subjectsujeito-cidadãopor
dc.subjectforma jurídicapor
dc.subjectforma política estatalpor
dc.subjectcapitalismopor
dc.subjectfordismopor
dc.subjectpós-fordismopor
dc.titleA crítica materialista da democracia: forma jurídica e a autonomia relativa do estadopor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentFaculdade de Direito (FDIR)por
dc.publisher.programDireito Político e Econômicopor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::TEORIA DO DIREITOpor
dc.description.resumoO presente trabalho busca analisar a natureza da democracia dentro de uma perspectiva marxista jurídica pachukaniana e da teoria materialista do Estado de Joachim Hirsch. Na visão jurídica pachukaniana o direito passa a ser compreendido com a subjetividade jurídica como seu átomo, e Hirsch dentro dessa visão pachukaniana faz uma derivação do Estado como forma social que se conforma com a forma jurídica. A separação entre o “público” e o “privado”, possível somente com o advento da forma jurídica e da forma política estatal permitem a existência da democracia. Entretanto, a democracia pode existir no capitalismo e somente nele, mas não deve existir, não é um imperativo. Os arranjos institucionais, decorrentes das relações de força provenientes da luta de classes, conservam ou extinguem a democracia. Ademais, a valorização do valor quando entra em crise de acumulação, sua lei tendencial da forma valor de queda da taxa de lucro impulsiona coerções objetivas sobre as classes que determinarão um capitalismo democrático, como no caso do fordismo, ou uma dissociação entre capitalismo e democracia, como no pós-fordismo. Com os conceitos intermediários da teoria da regulação francesa que integram a teoria materialista do Estado de Joachim Hirsch, as relações entre o regime de acumulação e o modo de regulação determinados pelas contradições e antagonismos sociais do capitalismo determinam a existência ou não da democracia. Pensar a democracia em um viés materialista é excluir as análises ideológicas sobre o potencial emancipatório da democracia, que nada mais é que uma forma totalitária mais amena de conter a luta de classes e a valorização do valor. Comunismo e democracia são objetivos antagônicos.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4925064499493796por
dc.contributor.advisor1Almeida, Silvio Luiz de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6325980837929171por
dc.contributor.referee1Vellozo, Julio Cesar de Oliveira
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7139153540254751por
dc.contributor.referee2Caldas, Camilo Onoda Luiz
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6584473320284037por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/16434/Adriano%20Camargo%20Barbosa%20dos%20Santos.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/3556/5/Adriano%20Camargo%20Barbosa%20dos%20Santos.pdf
dc.keywordsdemocracypor
dc.keywordssubject-citizenpor
dc.keywordslegal formpor
dc.keywordsstate political formpor
dc.keywordscapitalismpor
dc.keywordsfordismpor
dc.keywordspost-Fordismpor


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