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dc.creatorRodrigues, Francisco Carlos Tadeu Starkept_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:26:34Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:04:11Z
dc.date.available2008-04-16pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:04:11Z
dc.date.issued2008-02-14pt_BR
dc.identifier.citationRODRIGUES, Francisco Carlos Tadeu Starke. A certificação ISO 9000 e o desempenho financeiro das companhias abertas brasileiras. 2008. 298 f. Dissertação (Mestrado em Administração) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2008.por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/23516
dc.description.abstractThe evidences that the quality management practices contribute positively to the financial performance of a firm do not produce a consensus. It is important to take off the impression ISO 9000 is so popular that it could not deserve more intense and effective academic production; there are many effects promoted by the introduction of this standard at the organizational level in brazilian companies and they were not yet well studied. Thus, it is opportune to evaluate this world phenomenon and, certainly, in Brazil of ISO 9000 quality certification and its relation to superior financial performance of the companies. There is, in Brazil, an absence of researches related to this subject, using secondary public data, focused in publicly traded firms and using robust econometric models, to permit a certain conclusion to the brazilian context. The Akerlof-Spence approach was adopted to discuss, from the asymmetric information point of view, the adverse selection imposed to the consumers. To mitigate this, a firm should signalize its hidden attributes, creating a better image to the market and better reputation. The Akerlof-Spence approach allows to predict that, if the firms got certified, so they can search for better sales performances and, as a consequence, for better financial performances. When a firm choose to get certified, it would be signaling to the market, to its suppliers and consumers, that it has, in fact, products an services with high quality. This would allow a smaller asymmetric information and a smaller adverse selection; this also would enable a competitive advantage and would distinguish certified firms from that not certified. The certification age lasts two decades and more than 700,000 firms are certified in 161 countries around the world. Following the research line developed by two groups of researchers Terlaak and King (2006) and Corbett, Montes-Sancho and Kirsch (2005) , in this research, 207 brazilian publicly traded firms were studied for 12 years, from 1995 to 2006. There are 116 firms certified according to the 1987, 1994 and 2000 versions of ISO 9000 standard and other 91 not certified in the sample. It was employed an econometric regression model with data in static and dynamic panels, using pooled OLS, fixed effects and random effects. A non-balanced panel data with 207 firms and 2,484 observations, and a balanced panel data with 60 firms and 720 observations were assembled to research this problem. The addressed question is answered: do ISO 9000 certification permit a superior financial performance to brazilian public firms? Six hypotheses were tested, all of them related with financial performance. The six hypotheses were rejected, revealing significative results that ISO certification has a strong, direct and positive relation with financial performance of the brazilian public firms. The results of this research indicate that shareholders and managers could choose the certification as a signaling mechanism, reputation and sales growth, reduction of production costs, and improvement in ROA, ROS and ROE. ISO 9000 certification is a relevant strategic tool for competitiveness improvement.eng
dc.description.sponsorshipInstituto Presbiteriano Mackenziept_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectcertificaçãopor
dc.subjectISO 9000por
dc.subjectqualidadepor
dc.subjectinformação assiméticapor
dc.subjectseleção adversapor
dc.subjectsinalizaçãopor
dc.subjectreputaçãopor
dc.subjectdesempenho financeiropor
dc.subjectdados em painelpor
dc.subjectcertificationeng
dc.subjectISO 9000eng
dc.subjectqualityeng
dc.subjectasymmetric informationeng
dc.subjectadverse selectioneng
dc.subjectsignalingeng
dc.subjectreputationeng
dc.subjectfinancial performanceeng
dc.subjectpanel dataeng
dc.titleA certificação ISO 9000 e o desempenho financeiro das companhias abertas brasileiraspor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentAdministraçãopor
dc.publisher.programAdministração de Empresaspor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO DE EMPRESAS::ADMINISTRACAO FINANCEIRApor
dc.description.resumoAs evidências de que as práticas de gestão da qualidade contribuem positivamente para o desempenho de uma empresa não produziram um consenso a respeito. É importante se tirar a impressão de que a ISO 9000 é tão popular que não mereça uma produção acadêmica mais intensa e efetiva: afinal, são muitos os efeitos provocados pela introdução da norma no tecido organizacional das empresas brasileiras e que ainda não foram estudados. Assim, é oportuno e apropriado avaliar esse fenômeno mundial e certamente, também no Brasil da certificação da qualidade pela ISO 9000 e sua relação com o desempenho financeiro das empresas. Ainda há, no Brasil, uma ausência de estudos a respeito dessa temática, que tenham se utilizado de dados secundários públicos, focados em companhias abertas e que tenham se utilizado de modelos econométricos robustos que permitissem uma conclusão acertada à realidade nacional. Adotou-se a abordagem de Akerlof Spence para discutir, a partir da informação assimétrica, a seleção adversa a que os consumidores estão expostos. Para mitigar isso, uma empresa deveria sinalizar seus atributos escondidos, criando melhor imagem no mercado e maior reputação. A abordagem de Akerlof Spence permite prever que, se as empresas se certificam, então elas podem ir em busca de melhores performances de vendas e, conseqüentemente, melhores performances financeiras. Ao optar pela certificação, uma empresa estaria sinalizando ao mercado, aos seus fornecedores e consumidores que ela possui produtos e serviços com alta qualidade. Isso tornaria a informação menos assimétrica e a seleção menos adversa; possibilitaria vantagem competitiva e distinguiria empresas certificadas das não certificadas. Essa era da certificação dura duas décadas e mais de 700.000 empresas foram certificadas em 161 países do mundo. Seguindo a linha de estudo de dois grupos de pesquisadores Terlaak e King (2006) e Corbett, Montes-Sancho e Kirsch (2005) , acompanhou-se 207 companhias abertas brasileiras durante 12 anos, entre 1995 e 2006. A amostra contém 116 companhias certificadas pelas versões 1987, 1994 e 2000 da norma ISO 9000 e 91 não certificadas. Utilizou-se um modelo econométrico de regressão com dados em painel estático e painel dinâmico, com agrupamento de dados de corte transversal, efeitos fixos e efeitos aleatórios. Foram utilizados um painel não balanceado com 207 companhias e 2.484 observações e um painel balanceado com 60 companhias e 720 observações. Responde-se, portanto, ao seguinte problema de pesquisa: a ertificação ISO 9000 permite às companhias abertas no Brasil obterem um desempenho financeiro superior? Seis hipóteses foram testadas, todas relacionadas com desempenho financeiro. Todas as seis hipóteses foram rejeitadas, revelando resultados significativos que sugerem haver uma relação forte, direta e positiva entre a certificação ISO 9000 e o desempenho financeiro das companhias abertas brasileiras. Os resultados desta pesquisa indicam que acionistas e gestores podem optar pela certificação como mecanismo de sinalização, aumento da reputação e das vendas, diminuição dos custos dos serviços vendidos, melhoria dos retornos sobre ativos (ROA), vendas (ROS) e patrimônio líqüido (ROE). A certificação ISO 9000 configura-se em importante instrumento estratégico de aumento de competitividade.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2666222222666666por
dc.contributor.advisor1Nakamura, Wilson Toshiropt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1327686935533816por
dc.contributor.referee1Martin, Diógenes Manoel Leivapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5645659189161082por
dc.contributor.referee2Corrar, Luiz Joãopt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5719423745537772por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/2918/Francisco%20Carlos%20Tadeu%20S%20Rodrigues.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/689/1/Francisco%20Carlos%20Tadeu%20S%20Rodrigues.pdf


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