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dc.creatorOliveira Neto, Luis Elesbão dept_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:30:49Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:02:41Z
dc.date.available2012-01-23pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:02:41Z
dc.date.issued2011-04-05pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/23185
dc.description.abstractThis quantitative research aims to investigate the impact of strategic investment decisions on firm value creation, when taken by optimistic and overconfident managers. The research was conducted under the irrational managers approach (BAKER et al., 2005) and used a sample consisting of 502 strategic investment announcements made by 131 managers from 116 different Brazilian publicly traded companies, from January/2005 to December/2009. Strategic investments are considered as being all capital expenditures which create growth opportunities for companies (KESTER, 1984). The empirical results suggest that investors react negatively to announcements of strategic investments when made by optimistic and overconfident managers, pointing that differences in style, opinion and perception of reality motivated by personal managers characteristics are perceived by the market and thus discounted from companies stock price. Unlike the models prescribed by Gervais et al. (2003) and Hackbarth (2004), which predict that moderate levels of optimism and overconfidence exhibited by managers are beneficial for firm s shareholders, only partial support was found to the hypothesis that the magnitude or degree of manager s optimism/overconfidence is relevant. The results suggest that managers who exhibit a moderate degree of optimism and overconfidence are better perceived by investors than others considered markedly biased. However, the results do not confirm the existence of a degree or level for optimism/overconfidence that is beneficial to the firm and also superior to others. Managers regarded as rational and less biased were those who had their strategic investment announcements best assessed by the market.eng
dc.description.sponsorshipFundo Mackenzie de Pesquisapt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectfinanças comportamentaispor
dc.subjectotimismo e excesso de confiançapor
dc.subjectcriação de valorpor
dc.subjectinvestimentos estratégicospor
dc.subjectestudo de eventopor
dc.subjectbehavioral financeeng
dc.subjectoptimism and overconfidenceeng
dc.subjectvalue creationeng
dc.subjectstrategic investmenteng
dc.subjectevent studyeng
dc.titleO impacto das decisões de investimentos estratégicos sobre o valor de mercado das empresas quando tomadas por gestores otimistas e excessivamente confiantespor
dc.typeTesepor
dc.publisher.departmentAdministraçãopor
dc.publisher.programAdministração de Empresaspor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAOpor
dc.description.resumoEsta pesquisa, de natureza quantitativa, buscou investigar o impacto das decisões de investimentos estratégicos na criação de valor para as empresas, quando tomadas por gestores otimistas e excessivamente confiantes. A pesquisa, conduzida dentro da abordagem dos gestores irracionais (BAKER et al., 2005), utilizou uma amostra formada por 502 anúncios de investimentos estratégicos, realizados por 131 gestores de 116 diferentes empresas brasileiras de capital aberto, no período compreendido entre janeiro/2005 e dezembro/2009. São considerados investimentos estratégicos todos aqueles dispêndios de capital que criam oportunidade de crescimento para as empresas (KESTER, 1984). Os resultados da pesquisa empírica sugerem que os investidores reagem negativamente aos anúncios de investimentos estratégicos quando realizados por gestores otimistas e excessivamente confiantes, indicando que as diferenças de estilo, opinião e de percepção da realidade motivadas por características pessoais dos gestores são consideradas pelo mercado e descontadas do preço das ações das empresas. Ao contrário dos modelos prescritos por Gervais et al. (2003) e Hackbarth (2004),os quais predizem que a presença de um nível moderado desses vieses nos gestores é benéfica aos acionistas das empresas, encontrou-se suporte apenas parcial à hipótese de que a intensidade ou grau de enviesamento do gestor é relevante. Os resultados da pesquisa sugerem que os gestores que exibem grau moderado de otimismo e confiança excessiva são melhor percebidos pelos investidores do que outros considerados pronunciadamente enviesados.Entretanto, os resultados não confirmam a existência de um grau de intensidade para otimismo/confiança excessiva que seja benéfico à empresa e, ainda, superior aos demais.Gestores tidos como racionais e menos enviesados foram os que tiveram seus anúncios de investimentos estratégicos melhor percebidos pelo mercadopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2817026152840345por
dc.contributor.advisor1Barros, Lucas Ayres Barreira de Campospt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0198661144573382por
dc.contributor.referee1Kayo, Eduardo Kazuopt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6629229841222438por
dc.contributor.referee2Kimura, Herbertpt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2048706172366367por
dc.contributor.referee3Nakamura, Wilson Toshiropt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1327686935533816por
dc.contributor.referee4Silveira, Alexandre Di Miceli dapt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4773608871754250por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/3022/Luis%20Elesbao%20de%20Oliveira%20Neto.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/783/1/Luis%20Elesbao%20de%20Oliveira%20Neto.pdf


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