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dc.contributor.advisorSimões, João Carlos
dc.contributor.authorGalvan, Andressa Dalle Corte
dc.contributor.authorPorath, Heloísa
dc.date.accessioned2021-03-24T20:48:33Z
dc.date.available2021-03-24T20:48:33Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/27991
dc.description.abstractRESUMO Introdução: Nos últimos anos têm se notado o aumento da sobrevida dos pacientes oncológicos, em especial das pacientes com câncer de mama, graças às novas opções de tratamento com drogas alvo-específicas. Uma das drogas disponíveis é o trastuzumabe, um anticorpo monoclonal que bloqueia o oncogene HER-2. Durante a exposição a esta droga pode ocorrer insuficiência cardíaca (IC) tipo II, causando efeitos colaterais que prejudicam a qualidade de vida da paciente e interrompem o tratamento, afetando a sobrevida global. Alguns dos fatores de risco associados encontrados que aumentam a ocorrência da disfunção cardíaca são: o tabagismo, a hipertensão arterial, o diabetes, a dislipidemia, a obesidade, a idade superior a 65 anos e doença cardíaca prévia. Devido à falta de estudos de cardio-oncologia no Brasil, faz-se necessário traçar um perfil das pacientes mais acometidas pela cardiopatia, a fim de evitar complicações durante o tratamento oncológico e que piorem a qualidade de vida. Objetivos: Estudar o perfil dos pacientes mais atingidos pela cardiotoxicidade do trastuzumabe, identificar seus fatores de risco e levantar possíveis condutas a serem tomadas na prevenção e identificação da cardiotoxicidade, visando a orientação dos médicos oncologistas e cardiologistas, tornando ótima a terapêutica desses pacientes oncológicos. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal observacional retrospectivo através de análise de prontuários de pacientes que realizaram tratamento com trastuzumabe no Centro de Oncologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (CEON – HUEM), de janeiro de 2012 até dezembro de 2018. Foram coletados dados sobre o perfil do paciente, o diagnóstico, o tratamento e exames complementares. Com isso, foi aplicado média ± desvio-padrão e o teste Qui-quadrado (p <0,05). Resultados: Foram analisados prontuários de pacientes dos quais 40,0% constataram o desenvolvimento da insuficiência cardíaca, com uma média de idade de 57,3 anos. A maioria das que tiveram a insuficiência cardíaca tipo II utilizaram previamente outros quimioterápicos também cardiotóxicos. Os principais fatores de riscos nas pacientes com IC foram: tabagismo, uso do trastuzumabe neoadjuvante, tumores maiores que cinco centímetros e com linfonodos metastáticos. A redução da fração de ejeção ventricular esquerda foi mais importante nos primeiros seis meses de tratamento e com recuperação apenas parcial ao final de um ano do uso do anticorpo monoclonal. Conclusão: O perfil das pacientes, portanto, é de uma mulher, em média de 57 anos, com o tumor maior que cinco centímetros (T3), metástase linfonodal axilar e em tratamento neoadjuvante com o trastuzumabe, incluindo o uso de antracíclicos. As condutas de prevenção e monitoramento devem ser voltadas para a identificação clínica da insuficiência cardíaca em todas as consultas e orientação aos bons hábitos de vida.pt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectNeoplasias da mamapt_BR
dc.subjectTrastuzumabept_BR
dc.subjectAnticorpos monoclonaispt_BR
dc.subjectInsuficiência cardíacapt_BR
dc.titlePerfil epidemiológico de pacientes que desenvolveram insuficiência cardíaca em tratamento com tratuzumabe para câncer de mama HER-2 positivo em centro de oncologia de hospital universitáriopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.date.qualified2020


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