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dc.contributor.advisorKubrusly, Luiz Fernando
dc.contributor.authorPardal, Carlos Francisco Matos
dc.contributor.authorGuth, Isabelle
dc.date.accessioned2021-03-09T18:12:08Z
dc.date.available2021-03-09T18:12:08Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/27960
dc.description.abstractRESUMO As doenças hepáticas são de grande importância para a saúde pública, visto que estão associadas a elevados custos com tratamentos e internações hospitalares. A via final comum dessas doenças é a cirrose, que pode descompensar e levar ao desenvolvimento de complicações, tais como a encefalopatia. Essa complicação, relacionada a uma alta mortalidade, indicando, portanto, a necessidade de transplante hepático em casos acentuados, tem sua etiopatogenia associada à hiperamonemia, condição desenvolvida em pacientes portadores de cirrose hepática. Sendo assim, substâncias capazes de interferir nos níveis séricos de amônia podem ser utilizadas no seu manejo, como, por exemplo, a cafeína, que aumenta a atividade do ciclo da ureia no fígado, levando a uma maior degradação de amônia. Além disso, essa substância exerce efeito hepatoprotetor, ao impedir a formação de fibrose hepática, e estimula o sistema nervoso central, ao antagonizar os receptores de adenosina. A partir disso, o presente estudo objetiva avaliar os efeitos da Cafeína na encefalopatia hepática induzida por modelo experimental de cirrose biliar secundária, por meio da ligadura de ducto biliar comum, associada à administração de ração hiperproteica (76% de proteína de soja). Para isso, foram utilizados 32 ratos machos da linhagem Wistar divididos igualmente em 4 grupos (n=8). O experimento durou 28 dias, com administração de 50mg/Kg/dia de cafeína via intragástrica. E, por fim, para avaliação dos efeitos dessa substância, foram realizados exames laboratoriais, análise histológica de fígado e encéfalo, teste comportamental de campo aberto e registros diários de comportamento. Nos animais tratados com Cafeína, observou-se diminuição da fibrose na histologia hepática, diminuição dos níveis das transaminases ALT e AST na circulação sanguínea, melhora dos sinais característicos da encefalopatia hepática e redução das alterações histológicas encefálicas. Dessa forma, pôde-se concluir que a cafeína preveniu o desenvolvimento da encefalopatia grave em associação com os seus efeitos de hepatoproteção, estimulação do sistema nervoso central e aumento da degradação de amônia. Palavras-pt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectCirrose hepáticapt_BR
dc.subjectEncefalopatia hepáticapt_BR
dc.subjectCafeínapt_BR
dc.titleEfeitos da cafeína na encefalopatia hepática induzida por modelo experimental de cirrose biliar secundáriapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.date.qualified2019


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