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dc.creatorEgito, Julia Horta Tabosa do
dc.date.accessioned2019-01-31T13:12:33Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:09:25Z
dc.date.available2020-05-28T18:09:25Z
dc.date.issued2018-10-25
dc.identifier.citationEgito, Julia Horta Tabosa do. Impacto da administração intranasal de ocitocina no comportamento social de empatia à dor e percepção de ameaça. 2018. 103 f. Tese (Distúrbios do Desenvolvimento) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo.por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/24566
dc.description.abstractThe role of oxytocin (OT) as an indiscriminate promoter of social cognition and prosociality has come under question due to results indicating antisocial effects, such as envy or ethnocentrism. Thus, the current study aimed to evaluate in the same sample the impact of intranasal administration of OT in pro-social behaviors, such as empathy for pain, and anti-social behaviors, as threat perception. In order to include the dimension of belonging to the group, we evaluated the responses of self-reported White participants to members of the ingroup (White) and outgroup (Black). It was a double-blind placebo-controlled, randomized, and inter-subject study, in which 107 White, right-handed, undergraduate Brazilian males participated. On the first day of collection, the exclusion criteria were verified and questionnaires were administered to assess empathy and racial bias. On the second day, participants self-administered the randomly assigned solution (Groups: OT or placebo [PL]). After a 40-minute waiting period, computerized tasks of explicit empathy for pain (assessment of pain intensity perceived during observation of White, Black, Purple - color control - hands in neutral or potentially painful situations) and threat perception (identification of White and Black armed men in social contexts) were administered. On the third day of collection, participants inhaled the same substance and underwent the evaluation of implicit empathy for pain (assessment of pain intensity perceived during observation of videos depicting White, Black, Purple hands being touched by a Q-tip or penetrated by a syringe). During this last phase, records of motor evoked potential in the right hand were obtained while the Transcranial Magnetic Stimulation coil was positioned over the primary motor cortex in the participant's left hemisphere. Regarding threat perception task, results of a Mixed ANOVA revealed a significant Race*Group interaction, F(1,105)=5.44, p=.022, n2=.049, indicating that the PL group presented higher Correct Rejection rates (i.e., refraining from shooting unarmed targets) for White than Black targets, whereas no difference between these targets’ rates was found in the OT group. Thus, oxytocin reduced false alarms facing Black targets Via improvement of the discrimination between armed and non-armed targets, reducing the perceived threat. Regarding explicit empathy for pain, results from a mixed ANOVA revealed that higher pain intensity was attributed in painful contexts to Black targets compared to White targets. On the implicit assessment, the levels of sensory-motor contagion between White and Black targets were the same. In sum, results from our Brazilian sample point to a prosocial effect of OT on threat perception specifically for outgroup, but no effect on explicit or implicit empathy modulated by racial clues. Overall, this study supports the interactionist approach and offers insights on the interaction between ingroup/outgroup membership (specifically race) and the presence/absence of contextual threat to expand understanding of the effects of OT on social cognition and behavior. Future studies could examine whether these findings apply to female and to other societies as well.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpor
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulopor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectocitocinapor
dc.subjectadministração intranasalpor
dc.subjectempatiapor
dc.subjectpercepção de ameaçapor
dc.subjectviés racialpor
dc.titleImpacto da administração intranasal de ocitocina no comportamento social de empatia à dor e percepção de ameaçapor
dc.typeTesepor
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)por
dc.publisher.programDistúrbios do Desenvolvimentopor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA EXPERIMENTALpor
dc.description.resumoO papel da ocitocina (OT) enquanto promotora indiscriminada de cognição social e prosocialidade tem sido questionado por resultados que indicam alguns efeitos antissociais, como inveja e etnocentrismo. Assim, o objetivo do presente trabalho foi avaliar na mesma amostra o impacto da administração intranasal de OT em comportamentos pró-sociais como, empatia à dor no outro, e anti-sociais como, percepção de ameaça. Para incluir a dimensão de pertencimento ao grupo, avaliamos as respostas de participantes autodeclarados Brancos diante de alvos membros do endogrupo (Branco) e do exogrupo (Negro). Tratou-se de estudo duplo-cego, placebocontrolado, randomizado e inter-sujeitos, no qual participaram 107 estudantes universitários, do sexo masculino, Brancos e destros. No primeiro dia de coleta, foram verificados os critérios de exclusão e administrados questionários para a avaliação de empatia e viés racial. No segundo dia de coleta, os participantes auto-administraram uma das soluções distribuídas de maneira randomizada (OT ou placebo [PL]). Após uma espera de 40 minutos, foram administradas tarefas computadorizadas de empatia explícita à dor (avaliação da intensidade de dor percebida durante observação de mãos Brancas, Negras e Roxas - controle de cor - em situações neutras ou potencialmente dolorosas) e percepção de ameaça (identificação de homens Brancos e Negros armados em contextos sociais). No terceiro dia de coleta, os participantes inalaram a mesma substância e foram submetidos a avaliação de empatia implícita à dor (durante observação de vídeos de mãos Brancas, Negras e Roxas sendo tocadas por um cotonete ou penetradas por uma seringa). Durante essa última fase, foram obtidos registros de potencial evocado motor na mão direita, enquanto a bobina da Estimulação Magnética Transcraniana era posicionada sobre o córtex motor primário no hemisfério esquerdo do participante. Quanto à tarefa de percepção de ameaça, resultados da ANOVA mista revelaram uma interação significativa para Etnia x Grupo, F(1,105)=5.44, p=.022, n2=.049, indicando que o grupo PL apresentou maior taxa de Rejeição Correta (abstendo-se de atirar em alvos desarmados) para alvos Brancos em comparação aos Negros, enquanto as taxas de rejeição correta para alvos Brancos e Negros foram equivalentes no grupo OT. Assim, a ocitocina reduziu os falsos alarmes para os alvos Negros via uma melhora da discriminação entre alvos armados ou não, reduzindo a percepção de ameaça diante do exogrupo. Em relação à empatia explícita à dor, resultados da ANOVA mista revelaram uma atribuição de dor de maior intensidade em contextos dolorosos com alvos Negros em comparação aos alvos Brancos. Implicitamente, os níveis de contágio sensóriomotor diante de alvos Brancos e Negros foram equivalentes. Em síntese, resultados da nossa amostra Brasileira apontam para um efeito prosocial da OT durante avaliação de percepção de ameaça especificamente para o exogrupo, mas nenhum efeito dessa substância nas avaliações de empatia explícita e implícita modulada por pistas raciais. Em linhas gerais, as evidências desse estudo estão de acordo com a abordagem interacionista e ampliam o conhecimento sobre a interação entre pertença ao endo- e exogrupo (em relação ao grupo étnico) e a presença ou ausência de sinais contextuais de ameaça nos efeitos da OT na cognição e comportamento social. Estudos futuros devem examinar se estes resultados são aplicáveis no gênero feminino e em outras sociedades.por
dc.contributor.advisor-co1Boggio, Paulo Sérgio
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0659408656635728por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3060648894435992por
dc.contributor.advisor1Osório, Ana Alexandra Caldas
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9011606474221997por
dc.contributor.referee1Macedo, Elizeu Coutinho de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0683719309513445por
dc.contributor.referee2Ribeiro, Miriam Oliveira
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7069953370349465por
dc.contributor.referee3Gonçalves, Óscar Filipe Coelho Neves
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7244157034031928por
dc.contributor.referee4Lapenta, Olivia Morgan
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2544794425079859por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/17734/Julia%20Horta%20Tabosa%20do%20Egito.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/3768/5/Julia%20Horta%20Tabosa%20do%20Egito.pdf
dc.keywordsoxytocineng
dc.keywordsintranasal administrationeng
dc.keywordsempathyeng
dc.keywordsthreat perceptioneng
dc.keywordsracial biaspor


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