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dc.creatorRosário, Ricardo Pedro Guazzellipt_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:33:34Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:05:42Z
dc.date.available2011-01-26pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:05:42Z
dc.date.issued2010-08-16pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/23710
dc.description.abstractSince the end of the 60's, humanity has been more concerned about its relationship with the environment. As a result, many worldwide conferences and concepts have been developed along the way. The main events were the Stockholm conferences (1972) and Rio de Janeiro (Eco- 992), the World Commission about the Environment and Development which published The Report of Our Common Future and defined sustainable development as being that which is capable of guaranteeing the necessities of present generations as well as future generations in regards to quality of life and the planet's resources. However, this is not what has been witnesses, especially in regards to the emissions of the greenhouse effect antropic gases, which have aggravated the system, the climate in relation to the increase in the planet's temperature, and its consequences. From the recognition of that fact, society began making either voluntary decisions or taking international political action. In the political sphere, agreements with the Agenda 21, the Convention of Biologic Diversity, The Convention of the Climatic Changes, and the Kyoto Protocol are the main instruments which are focused on the reduction of the emission of greenhouse gases from the different antropic actions. The aforementioned instruments together with all of their systems created a mandatory carbon market. In parallel, organized society also desiring to reduce its gas emissions and start a lower carbon economy created several voluntary carbon marktes such as Chicago Climate Exchange (CCX) and the Gold Standard Foundation to mention a few. This study presents the mandatory as much as the voluntary markets and presents the Brazilian potentials with the creation of the voluntary national carbon market.eng
dc.description.sponsorshipFundo Mackenzie de Pesquisapt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Embargadopor
dc.subjectmercado de carbonopor
dc.subjectmercado voluntário de carbonopor
dc.subjectpolítica climáticapor
dc.subjectdesenvolvimento sustentávelpor
dc.subjectregulamentação jurídicapor
dc.subjectcarbon marketeng
dc.subjectvoluntary carbon marketeng
dc.subjectclimatic politicseng
dc.subjectsustainable developmenteng
dc.subjectjudicial regulationeng
dc.titleA criação de um mercado de carbono voluntário no Brasil como instrumento para o desenvolvimento sustentávelpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentDireitopor
dc.publisher.programDireito Político e Econômicopor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpor
dc.description.resumoDesde o fim da década de 1960 a humanidade tem tido uma maior preocupação com a sua relação com o meio ambiente. Diante disso, muitas conferências mundiais e conceitos foram desenvolvidos, nessa trajetória os principais fatos foram as Conferências de Estocolmo (1972) e do Rio de Janeiro (Eco-1992), além delas a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento que em 1987 publica o Relatório Nosso Futuro Comum definindo o desenvolvimento sustentável como aquele capaz de garantir as necessidades das presentes e futuras gerações com relação à qualidade de vida e recursos do planeta. Porém, não é isso que se tem visto principalmente com relação às emissões antrópicas de gases de efeito estufa que têm agravado o sistema do clima em relação ao aumento da temperatura do Planeta e as suas conseqüências. A partir dessa constatação a sociedade passou a tomar decisões voluntárias ou no âmbito político internacional. Na esfera política acordos como a Agenda 21, a Convenção de Diversidade Biológica, a Convenção Quadro de Mudanças Climáticas, e o Protocolo de Quioto são os principais instrumentos que tem como objetivo a redução de emissões de gases de efeito estufa das diferentes ações antrópicas. Estes últimos instrumentos junto com todo seu sistema criaram o mercado de carbono mandatório, mas também a sociedade organizada, com o mesmo objetivo de reduzir suas emissões e criar uma economia de baixo carbono criou diversos mercados voluntários de carbono como a Bolsa do Clima de Chicago, a Fundação Gold Standard,entre outros. Este trabalho apresenta tanto os mercados mandatórios quanto os voluntários e apresenta as potencialidades brasileiras com a criação de um mercado de carbono voluntário nacional.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5112562667980440por
dc.contributor.advisor1Solon, Ari Marcelopt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2246120528280389por
dc.contributor.referee1Frangetto, Flavia Witkowskipt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1380521901370516por
dc.contributor.referee2Silva, Solange Teles dapt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7531637444907998por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/3172/Ricardo%20Pedro%20Guazzelli%20Rosario.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/994/3/Divulga%C3%A7%C3%A3o%20n%C3%A3o%20autorizada%20pelo%20autor.docx


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