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dc.creatorHadad Junior, Eli
dc.date.accessioned2016-06-09T13:27:37Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:02:56Z
dc.date.available2020-05-28T18:02:56Z
dc.date.issued2015-04-29
dc.identifier.citationHadad Junior, Eli. Projeção de taxas de câmbio. É possível superar o modelo de passeio aleatório ?. 2015. [71 f.]. Tese (Administração de Empresas) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, [São Paulo] .por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/23267
dc.description.abstractThe seminal study of Meese & Rogoff on exchange rate forecastability had a great impact on international finance literature. The authors show that exchange rate forecasts based on structural models are worse than a naive random walk. This results is known as the Meese and Rogoff puzzle. Although the validity of this results has been checked for many currencies, the studies for Brazilian currency are not so common. Brazil is one of the most emerging market economies but only after 1999 the country has adopted the dirty floating exchange rate regime. Rossi runs an extensive study on MR puzzle but she didn't analyze Brazilian data. Our goal is to run a pseudo real time experiment to investigate whether or not forecasts based on econometric models that uses the fundamentals suggested by the exchange rate monetary theory of the 80's can beat the random model for Brazilian case and for a set of countries. Our work has three main differences to Rossi. We use bias correction technique and forecast combination in attempt to improve the forecast accuracy of our projections. We also combine the random walk projections with the projections of the structural models to investigate if it is possible to improve the random walk forecasts accuracy even further. However our results are quite in line with Rossi. We show that it is not difficult to beat the forecasts generated by the random walk with drift to Brazilian data but it is quite hard to beat random without drift. For the other cases were found models that outperform the passeio aleatório without drift, but are not generalizable models. Our results suggest that it is mandatory to have the random walk without drift as a benchmark and not only the random walk with drift in exercises that claims the MR result is not valid.eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjecttaxa de câmbiopor
dc.subjectpasseio aleatóriopor
dc.titleProjeção de taxas de câmbio. É possível superar o modelo de passeio aleatório ?por
dc.typeTesepor
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA)por
dc.publisher.programAdministração de Empresaspor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO DE EMPRESASpor
dc.description.resumoO estudo seminal de Meese e Rogoff sobre projeção de taxas de câmbio teve um grande impacto na literatura financeira internacional. Os autores mostram que as projeções da taxa de câmbio com base em modelos estruturais não conseguem superar o passeio aleatório simples. Este resultado é conhecido como o quebra cabeça de Meese e Rogoff. Embora a validade desses resultados tenha sido verificada para muitas moedas, os estudos para a moeda brasileira não são tão comuns. O Brasil é um dos mais proeminentes economias de mercados emergentes, mas só depois de 1999, o país adotou o regime de câmbio flutuante sujo. Rossi realizou um extenso estudo sobre o quebra cabeça de MR embora não tenha analisado os dados brasileiros. O objetivo deste trabalho é executar um “pseudo experimento em tempo real” para investigar se as previsões baseadas em modelos econométricos que utilizam os fundamentos sugeridos pela teoria monetária da taxa de câmbio dos anos 80 pode bater o modelo aleatório para o caso brasileiro e para um conjunto de países. O trabalho tem três diferenças em relação ao trabalho de MR e de Rossi. Usa-se a técnica de correção de viés (bias correction), combinação de previsões na tentativa de melhorar a precisão das previsões e também a combinação das projeções de passeio aleatório com as projeções dos modelos estruturais verificando se é possível melhorar a precisão das previsões ainda mais. Os resultados obtidos estão alinhados com os obtidos por Rossi. Verifica-se que é factível superar as previsões geradas pelo passeio aleatório com drift para os dados brasileiros, mas é muito difícil superar o passeio aleatório sem drift. Para os outros casos foram encontradas situações de modelos que superam o passeio aleatório sem drift, porém não são modelos generalizáveis. Os resultados do trabalho sugerem que é mandatório ter os passeios aleatórios com e sem drift como uma referência para se afirmar que os resultados de MR não são válidos.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2030318390506756por
dc.contributor.advisor1Marçal, Emerson Fernandes
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2362482510747681por
dc.contributor.referee1Cruz, Leonardo Fernando da
dc.contributor.referee2Nishijima, Marislei
dc.contributor.referee3Nakamura, Wilson Toshiro
dc.contributor.referee4Sartoris, Alexandre
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/10714/Eli%20Haddad%20Junior.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/2802/5/Eli%20Haddad%20Junior.pdf
dc.keywordsexchange rate misalignmenteng
dc.keywordscointegrationpor
dc.keywordsidentificationpor


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