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dc.creatorPriosti, Paula Aivazogloupt_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:40:45Z
dc.date.accessioned2020-03-19T15:20:20Z
dc.date.available2009-11-19pt_BR
dc.date.available2020-03-19T15:20:20Z
dc.date.issued2009-08-25pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/22655
dc.description.abstractChildren with Down Syndrome (DS) show some lateness in getting motor skills that happen in differentiated time to kids with normal development. The main reasons for the lateness in motor development are because the own syndrome characteristics that can interfere in bulk motor activities and finals as the grip strength and manual dexterity. The grip strength analysis and manual dexterity can be considered one of the ways in manual function examination. The motor and sensorial tasks performed by hands are organized to attend the good general body working in practice terms in activities of diary life necessaries to the surviving. The objective of this study was to characterize the grip strength performance and manual dexterity in DS children in age between 7 and 9 years old. The DS group, composed by 26 children in both sexes and also, 30 no DS children composed the control group and they were arranged like the DS children, for age and sex. The valuations of the search subjects were done through the grip strength with dynamometer Jamar and Box and Block Test manual. The results showed that DS group had less practice to control group in grip strength and manual dexterity; there wasn t a significant relationship between grip strength and manual dexterity in DS group; in control group perceived there is a relationship between grip strength and manual dexterity; there wasn t practice difference among the kinds to evaluated items in both groups; the practice to grip strength tests and manual dexterity in control group showed an evolution in de course of age; in DS group, this evolution didn t occur; it was perceived the needing of accomplishment in new studies that getting more specified information about grip strength and manual dexterity in DS.hand strenght, motor skills.eng
dc.description.sponsorshipFundo Mackenzie de Pesquisapt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectsíndrome de Downpor
dc.subjectforça da mãopor
dc.subjectdestreza motorapor
dc.subjectDown syndromeeng
dc.subjecthand strenghteng
dc.subjectmotor skillseng
dc.titleForça de preensão e destreza manual na criança com síndrome de Downpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentPsicologiapor
dc.publisher.programDistúrbios do Desenvolvimentopor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApor
dc.description.resumoCrianças com Síndrome de Down (SD) apresentam atrasos nas aquisições das habilidades motoras, que ocorrem em tempo diferenciado ao de crianças com desenvolvimento normal. As principais razões pelo atraso no desenvolvimento motor são decorrentes de características da própria síndrome, que podem interferir em atividades motoras grossas e finas, como a força de preensão e a destreza manual. A análise da força de preensão e destreza manual pode ser considerada uma das formas de verificação da funcionalidade manual. As tarefas motoras e sensoriais executadas pela mão são organizadas de forma a atender o bom funcionamento geral do corpo em termos de desempenho, nas atividades de vida diária, necessárias para sobrevivência. O objetivo deste estudo foi caracterizar o desempenho da força de preensão e destreza manual na criança com SD na faixa etária entre 7 e 9 anos. Participaram deste estudo 26 crianças com SD, de ambos os sexos, com idade entre 7 e 9 anos, que constituíram o grupo SD e também 30 crianças sem a síndrome, que compuseram o grupo controle e foram pareadas com o grupo SD por idade e sexo. As avaliações dos sujeitos da pesquisa foram feitas através do teste de preensão manual, com o dinamômetro Jamar e através do Teste da Caixa e Blocos para avaliação da destreza manual. Os resultados mostraram que o grupo com SD apresentou desempenho inferior ao grupo controle tanto na força de preensão quanto na destreza manual; não houve relação significativa entre a força de preensão e a destreza manual no grupo com SD; no grupo controle, percebeu-se que existe essa relação entre força de preensão e destreza manual; não houve diferença de desempenho entre os gêneros para os itens avaliados em ambos os grupos; o desempenho para os testes de força de preensão e destreza manual, no grupo controle, mostrou uma evolução com o decorrer da idade; no grupo das crianças com SD, esta evolução não ocorreu; percebe-se a necessidade da realização de novos estudos que tragam informações mais detalhadas sobre a força de preensão e destreza manual nas crianças com SD.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9854862708053032por
dc.contributor.advisor1Assis, Silvana Maria Blascovi dept_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6553900966729412por
dc.contributor.referee1Vianna, Denise Loureiropt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0992955424973312por
dc.contributor.referee2Caromano, Fátima Aparecidapt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5376430311216534por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/4042/Paula%20Aivazoglou%20Priosti.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/1739/1/Paula%20Aivazoglou%20Priosti.pdf


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