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dc.contributor.advisorLima, Ana Gabriela Godinho
dc.contributor.authorBrandão, Mikaella Paola Oglouyan
dc.date.accessioned2020-01-15T18:42:30Z
dc.date.available2020-01-15T18:42:30Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/21147
dc.description.abstractEste trabalho funciona enquanto uma subversão do ponto de vista sobre o processo urbano, trazendo uma perspectiva feminista. Com o objetivo de compreender a relação da mulher com a cidade, foi traçada uma linha de raciocínio que se inicia na abordagem teórica, seguida da teórico-prática e, por fim, prática. A primeira analisa as consequências da adoção do masculino como neutro em diversos campos, e de que forma ela reverbera na construção da identidade da mulher ao gerar na alteridade a negação da subjetividade feminina. Na abordagem teórico-prática, o trabalho se aproxima da arquitetura e do urbanismo por meio do questionamento do Modulor de Corbusier como unidade universal, sendo este uma expressão domasculino neutro dentro da arquitetura. Em seguida, é perseguido um panorama histórico com a intenção de iluminar as raízes da dualidade público/privado em relação ao corpo feminino, caracterizando a mulher urbana como transgressora. Constatada a divisão sexual do espaço na cidade, analisa-se a posição da mulher na economia, trazendo pautas como o trabalho doméstico e as duplas, até triplas jornadas como fatores determinantes da relação mulher-cidade. A monografia aborda as políticas públicas de São Paulo, mais precisamente as políticas rodoviaristas e habitacionais, de forma a entender os desdobramentos de ambas as aproximações que valorizam o indivíduo e o coletivo. Na abordagem prática, observa-se o assédio como a última barreira da mulher na cidade, e quais as percepções e consequências da violência sexual — verbal ou física — no cotidiano feminino. Por fim, o trabalho propõe quatro intervenções arquitetônicas em um percurso, que se constroi na conexão de dois trabalhos previamente projetados por duas mulheres: Ana Buim, na Major Sertório, e Isabella Rosa, na Rua Augusta, que também dedicaram suas pesquisas em Arquitetura às questões de gênero. As quatro propostas se dão no trajeto que vai do Baixo Augusta, passando pela Praça Roosevelt, atravessando a Consolação em direção ao baixio do Minhocão e finalmente vira na Major Sertório, e se desdobram a partirde um módulo comum em quatro respostas à situações cotidianas relatadas em entrevistas feitas com mulheres no decorrer do processo. Espera-se com este trabalho maior constatação dos impasses presentes na cidade para a permanência da mulher, ampliando a discussão ainda pouco explorada no ambiente acadêmico.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.subjectarquiteturapt_BR
dc.subjecturbanismopt_BR
dc.subjectmulherpt_BR
dc.subjectgêneropt_BR
dc.subjectpúblicopt_BR
dc.subjectfeminismopt_BR
dc.titleCorpos privados em existência pública: uma leitura feminista sobre o processo urbanopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)pt_BR
dc.date.qualified2019-06


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