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dc.contributor.advisorGuerra Neto, Abilio da Silva
dc.contributor.authorSangregorio, Gleice Kelly
dc.date.accessioned2019-12-19T17:32:14Z
dc.date.available2019-12-19T17:32:14Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/21114
dc.description.abstractObservando os diversos terrenos e edifícios subutilizados na região central de São Paulo, podemos nos questionar como a perda de memória coletiva nos impede de avançar para um futuro promissor como sociedade, algo que fica mais crítico e evidente no nosso precário cenário político atual. O esquecimento foi experimentado pelo território antes conhecido como Cinelândia Paulista, área de grande importância afetiva para a população que teve o privilégio de vivenciar o glamour e o frenesi da vida noturna da região. O que outrora foi um cinema com grande capacidade de público, hoje foi transformado em igreja, estacionamento, ocupação de movimentos de luta por moradia ou apenas em vazio, sendo um reflexo direto da evolução urbana que sofreu a cidade de São Paulo. Este trabalho busca uma nova aproximação do cinema com o meio urbano, mas não de forma nostálgica propondo o restabelecimento de cinemas de rua, que desapareceram por conta de diversos fatores presentes na evolução da metrópole. O que ser propõe aqui é aplicar à arquitetura fatores essenciais à sétima arte – luz, cenários e dinamismo – como forma de tornar este resgate histórico algo significativo para nosso contexto contemporâneo.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.subjectarquiteturapt_BR
dc.subjectterritório cinematográficopt_BR
dc.subjectmemória coletivapt_BR
dc.titleLuz, tela, mutação : ressignificando o território cinematográficopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)pt_BR
dc.date.qualified2019-06-17


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