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dc.contributor.advisorCarpigiani, Berenice
dc.contributor.authorFeijó, Tatiana de Gusmão
dc.date.accessioned2019-08-17T14:47:05Z
dc.date.available2019-08-17T14:47:05Z
dc.date.issued2019-06
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/20068
dc.description.abstractApoiada no conceito freudiano de contratransferência e nas contribuições de Heimann e de Racker sobre a utilização dos sentimentos contratransferenciais como instrumento trabalho, a presente pesquisa teve como intenção investigar, descrever e compreender como a contratransferência é conceituada, percebida e elaborada pelos estagiários-alunos na modalidade de atendimento em psicoterapia breve de orientação psicanalítica do Curso de Psicologia de uma Universidade da cidade de São Paulo, além disso, buscou entender se os estagiários ao se darem conta dos sentimentos contratransferenciais o percebem como ferramenta do fazer clínico na prática realizada no Serviços-Escola vinculado ao curso. Porém, vale salientar que o estudo não buscou compreender a dimensão inconsciente da contratransferência e sim se os sentimentos contratransferenciais do estagiário foram utilizados como instrumento de trabalho. Como metodologia, utilizou-se a pesquisa de campo qualitativa, entrevistando oito estagiários do décimo semestre que estivessem fazendo estágio em psicoterapia breve de orientação psicanalítica. Os dados obtidos foram organizados em quatro categorias: conceito de contratransferência, percepção e elaboração da contratransferência, como os estagiários perceberam a contratransferência acontecendo e qual o manejo da contratransferência. Os resultados revelaram que os estagiários entrevistados demostram confusão e dificuldade em definir teoricamente o conceito de contratransferência. Quanto a percepção do material contratransferencial durante o atendimento, três estagiários demostraram perceber os sentimentos contratransferenciais, quatro se equivocaram nesta percepção e um disse não perceber o processo de contratransferência acontecendo durante o atendimento, nem na escrita dos relatórios. Foi possível levantar que a compreensão do processo contratransferencial, associa-se ao momento da supervisão. Segundo os dados levantados, nos casos em que na supervisão não se discutiu a ação contratransferencial no atendimento relatado pelo estagiário, seja por problemas de relacionamento com o supervisor, pela identificação com a história de vida do paciente ou por falta de tempo em supervisão, surgiu o papel da psicoterapia pessoal como elemento para os insights a respeito da ação da transferência e a contratransferência na sessão. Por fim, foi possível observar que os estagiários que participaram da pesquisa não se mostraram capacitados a identificar os elementos transferenciais e “sentirem em si” sua expressão em seu próprio mundo psíquico a ponto de transformá-lo em ferramenta de trabalho, conforme supõe a teoria psicanalítica.
dc.languagept_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenzie
dc.subjectcontratransferência
dc.subjectserviço-escola
dc.subjectestagiários
dc.subjectpsicologia
dc.titleUm estudo sobre a percepção dos sentimentos contratransferênciais na primeira experiência clínica
dc.typeTCC
local.publisher.departmentCentro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)


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