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dc.contributor.advisorSguizzardi, Silvio
dc.contributor.advisorMotta, Guilherme
dc.contributor.authorMattei, Gabriela Cunha
dc.date.accessioned2019-08-05T17:45:45Z
dc.date.available2019-08-05T17:45:45Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/19990
dc.description.abstractA cidade de São Paulo cresceu sobre si mesma inúmeras vezes. Essa sobreposição de tempos no mesmo espaço configurou uma área tão importante quanto a dos edifícios: os vazios (ou o espaço negativo da cidade). Esse constante vazio, quase que ritmado, de empenas cegas, coberturas, miolos de quadra e outros espaços ociosos de São Paulo, nos trazem as seguintes questões: como um edifício afeta o seu entorno? Como a cidade é construída? Que espaços surgem e sobram entre essas construções? E, principalmente, como ocupar esses espaços? É necessário pensar em como projetar obras que refletem as necessidades atuais e que, ao mesmo tempo, mantenham o ecletismo e a história de uma cidade recheada de memórias. Como manter uma construção relevante para o seu tempo? Esse trabalho irá procurar novas formas de atuação na cidade por meio de estruturas mutualistas. É necessário procurar ações que permitam estabelecer pontes entre o passado e o presente. Como costurar esse excesso de fragmentos?pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.subjectarquiteturapt_BR
dc.subjectarquitetura mutualistapt_BR
dc.subjectcidadept_BR
dc.titleArquitetura mutualista formas : alternativas de atuar na cidade contemporâneapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)pt_BR
dc.date.qualified2018-12


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