Show simple item record

dc.creatorFavarin, Matheus Carlopt_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:32:39Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:17:28Z
dc.date.available2013-05-24pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:17:28Z
dc.date.issued2012-08-13pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/26259
dc.description.abstractThe present study aimed to analyze the present stage of institutionalization of the CPC PME by the small and medium enterprises, from the perspective of the Institutions Theory, taking basis the institutionalization stages developed by Tolbert and Zucker (1999). Through a formative construct, it was sought to measure the level of institutionalization of the CPC PME in small and medium enterprises. In order to conduct the empirical research, questionnaires were sent to 1.786 companies from various sectors, which had up to 500 employees, established, mostly, in the region of the state of São Paulo. Among the valid responses, 20 questionnaires had been properly filled. The data was statistically analyzed by descriptive statistics and ANOVA application. The results showed that small and medium size enterprises in Brazil, according to the analyzed sample, are currently concentrated in the institutional habitualization stage, to the extent that there is not a theory of new structures, as well as the adopters are homogeneous. Another key aspect revealed refers to the knowledge level that the respondents held on the subject (CPC PME). The research found that companies adopting the new accounting practices held a high level of knowledge about the structure in comparison with other companies. Such characteristics can be observed, according Tolbert and Zucker (1999), in the institutional habitualization stage. Among the institutional factors that motivate and inhibit the CPC PME adoption, it was found that the legal aspect stand out as the main motivational factor which conducts the company to the CPC PME adoption. The empirical results of this study were presented to two representatives of professional bodies: CRC SP and SESCON-SP, both in Campinas, in order to deepen the discussion. These representatives gave their opinion regarding the number of companies adopting the CPC PME, the organizational characteristics of the small and medium enterprises and the factors that motivate or inhibit the adoption of new accounting practices. In summary, although it is believed that the accounting professional is endowed with consciousness and applied in carrying out their profession, the empirical research shows that accounting rules have not been applied in small and medium enterprises. The reality of the profession has changed: instead of rules, attention to the essence, the managerial vocation and the management. This attributes, without doubt, greater responsibility to the accounting professional and requires a proactive stance. However, the CPC PME is in place for two years and, since few companies have adopted the new practices so far, it is essential that the attitude of the accountants is evaluated.eng
dc.description.sponsorshipFundo Mackenzie de Pesquisapt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectadoção CPC PMEpor
dc.subjectPMEpor
dc.subjectinstitucionalizaçãopor
dc.subjectfatores institucionaispor
dc.subjectadoption IFRS for SMEseng
dc.subjectSMEseng
dc.subjectinstitutionalizationeng
dc.subjectinstitutional factorseng
dc.titleUm estudo sobre os estágios de adoção do CPC PME sob a óptica da teoria institucionalpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentCiências Contábeispor
dc.publisher.programControladoria Empresarialpor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::CIENCIAS CONTABEISpor
dc.description.resumoEste estudo objetiva conhecer o estágio de institucionalização do CPC PME nas PMEs, sob a óptica da Teoria Institucional, com base nos estágios de institucionalização desenvolvidos por Tolbert e Zucker (1999), por meio de um construto formativo. Para tanto, foram enviados questionários para 1.786 empresas de diversos ramos de atividade, com até 500 funcionários e estabelecidas, em grande parte, no estado de São Paulo. Entre as respostas válidas, 20 questionários apresentaram-se devidamente preenchidos, cujos dados foram analisados por meio da estatística descritiva e da aplicação da ANOVA. A análise dos resultados permitiu verificar que as PMEs brasileiras concentram-se atualmente no estágio de institucionalização de habitualização, na medida em que não existe uma teorização sobre as novas estruturas, bem como os adotantes são homogêneos. Outro aspecto fundamental revelado refere-se ao nível de conhecimento que os respondentes detêm sobre o tema (CPC PME). A pesquisa evidenciou que as empresas adotantes das novas práticas contábeis detêm um elevado nível de conhecimento sobre a estrutura em comparação às demais. Tais características, segundo Tolbert e Zucker (1999), remetem ao estágio de institucionalização de habitualização. Entre os fatores institucionais motivadores e inibidores à adoção do CPC PME, verificou-se que o aspecto legal destaca-se como o fator motivacional principal. Os resultados empíricos deste estudo foram apresentados a dois representantes dos órgãos de classe CRC SP e SESCON-SP, ambos de Campinas, com o objetivo de aprofundar a discussão. Esses representantes opinaram acerca do número de empresas adotantes do CPC PME, das características organizacionais das PMEs e dos fatores motivadores e inibidores à adoção das novas práticas contábeis. Em síntese, os resultados deste estudo demonstram que, ainda que se acredite que o profissional contábil seja dotado de consciência e aplicado no cumprimento da sua profissão, as regras contábeis não têm sido aplicadas nas PMEs. A realidade da profissão mudou: no lugar de regras, a atenção à essência, à vocação gerencial e à gestão. Isso atribuiu, sem dúvida, maior responsabilidade ao profissional contábil e exige uma postura proativa. Todavia, o CPC PME vigora há dois anos e, visto que poucas empresas adotaram até então essas novas práticas, é imprescindível que a postura dos contabilistas seja avaliada.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5508217621356511por
dc.contributor.advisor1Antunes, Maria Thereza Pompapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6278852648499064por
dc.contributor.referee1Oyadomari, José Carlos Tiomatsupt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5722412463663652por
dc.contributor.referee2Guerreiro, Reinaldopt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6802068778750901por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/3163/Matheus%20Carlo%20Favarin.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/909/1/Matheus%20Carlo%20Favarin.pdf


Files in this item

FilesSizeFormatView
Matheus Carlo Favarin.pdf728.8Kbapplication/pdfView/Open

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record