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dc.creatorCesarino, Gabriela Krantz
dc.date.accessioned2016-10-19T15:47:47Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:16:42Z
dc.date.available2020-05-28T18:16:42Z
dc.date.issued2016-01-27
dc.identifier.citationCESARINO, Gabriela Krantz. Os arranjos criativos na transformação da cidade. 2016. 176 f. Dissertação (Arquitetura e Urbanismo) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo .por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/26116
dc.description.abstractThe Creative Economy, the most recent widely circulated model for urban regeneration, has developed with a perspective towards local planning within the context of economic globalization. The model utilizes urban space to advance the reproduction of capital with a strategy that includes diversity, innovation and the promotion of arts and culture. The resulting Creative Clusters materialize with an economic network that transforms tangible aspects – space and products – and the intangible – experience and identity of place – into marketable merchandise. Following typical urban economic cycles, the processes of regeneration eventually result in the destruction of the intrinsic creative spontaneity and the local culture. Parallel observations of North American and Brazilian Creative Clusters bring to light representative examples of two typical models of formation – the planned model and the socalled “spontaneous” model. A comparison of these models highlights the differences between the processes and the application of the principles of the Creative Economy in the city. We conclude that the economic cycles that transform the Creative Clusters adapt themselves to local realities, while replicating the processes of capital reproduction across the urban territory. The Creative Clusters formed within the repeating but varying spatioeconomic cycles display a wide variety of attributes. And because they are in constant movement – as are cities, people and creativity – they maintain a continuous process of change that recurrently transforms the identity of the place.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjecteconomia criativapor
dc.subjectrequalificação urbanapor
dc.subjectdesenho urbanopor
dc.titleOs arranjos criativos na transformação da cidadepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)por
dc.publisher.programArquitetura e Urbanismopor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::PLANEJAMENTO URBANO E REGIONALpor
dc.description.resumoA economia criativa vem sendo difundida pelo mundo como o mais novo modelo econômico que orienta as ações da requalificação urbana e se desenvolve sob a perspectiva do planejamento local, ainda que no contexto de mundialização da economia. Esse modelo econômico, que estrategicamente avança sobre o território a fim de reproduzir ali o capital, se diz inovador, inclusivo e promotor das artes e da cultura, utilizando-se dos modos contemporâneos de comunicação e produção. Observamos que os Arranjos Criativos espacializam, através de suas redes de negócios, os componentes tangíveis – espaço e produtos – e intangíveis – experiência e identidade – que podem ser mercantilizados, através de processos distintos. Seguindo o ciclo da transformação urbana, estes acabam por minar seu valor intrínseco, a espontaneidade criativa e os valores da cultura e da comunidade local. A observação paralela de casos do Brasil e dos Estados Unidos, representativos de dois modelos típicos de formação dos Arranjos Criativos – o modelo planejado e o de geração dita “espontânea” – traz à tona as diferenças de processo e de aplicação dos princípios da economia criativa na cidade. Conclui-se que os diferentes Arranjos Criativos se formam seguindo ciclos que se repetem, com qualidades diferentes, adaptam-se às realidades locais, ao mesmo tempo em que replicam os processos de reprodução do capital sobre o território urbano. E por estarem em movimento, como as cidades, as pessoas e a criatividade, estão em constante transição, ressignificando a identidade do lugar.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3606523180070742por
dc.contributor.advisor1Caldana Júnior, Valter Luis
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3507929561841039por
dc.contributor.referee1Bruna, Gilda Collet
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2224937664018718por
dc.contributor.referee2Herling, Teresa Beatriz Ribeiro
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0525376164583432por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/11583/Gabriela%20K.%20Cesarino..pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/2896/5/Gabriela%20K.%20Cesarino..pdf
dc.keywordscreative economyeng
dc.keywordsurban requalificationeng
dc.keywordsurban designeng


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