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dc.creatorBeust, Luis Henriquept_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:43:01Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:10:59Z
dc.date.available2006-09-18pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:10:59Z
dc.date.issued2006-08-14pt_BR
dc.identifier.citationBEUST, Luis Henrique. Einstein e Freud: guerra e paz num diálogo interdisciplinar. 2006. 178 f. Dissertação (Mestrado em Educação, Arte e História) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2006.por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/24815
dc.description.abstractThe present work makes a case for the relevance of Albert Einstein and Sigmund Freud s exchange on war and peace for current efforts towards establishing a Culture of Peace as designated by the UN/UNESCO International Decade for a Culture of Peace (2001-2010). Two open letters exchanged between Einstein and Freud in 1932 served as the principle source for this investigation. In these letters exchanged under the auspices of the International Committee on Intellectual Cooperation of the League of Nations Einstein and Freud describe their rationale regarding the causes of war and the possible paths which might lead to the establishment of a lasting peace between the Nations. This paper analyzes the perspectives of Einstein and Freud in relation to war and peace in light of the theoretical framework given by Norberto Bobbio s characterization of the contemporary modes of pacifism ( paths to peace ). In spite of the fact that seventy years have passed since Einstein and Freud discussed their views on war and peace and notwithstanding the fact that some of Freud´s thinking has been challenged since, the author concludes by suggesting that the exchange between Einstein and Freud is directly in line with, and contributes towards, current efforts to promote a Culture of Peace particularly regarding their shared view that war is not intrinsic to human nature and therefore can be eliminated. In retrospect, the contribution that Einstein and Freud can make towards the goal of establishing a Culture of Peace stems as much from their exchange as it does from the fact that these two thinkers have become icon figures of the 20th century.eng
dc.description.sponsorshipFundo Mackenzie de Pesquisapt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEinsteinpor
dc.subjectFreudpor
dc.subjectguerrapor
dc.subjectpazpor
dc.subjectcultura de pazpor
dc.subjecteducação para a pazpor
dc.subjectEinsteineng
dc.subjectFreudeng
dc.subjectwareng
dc.subjectpeaceeng
dc.subjectculture of peaceeng
dc.subjectpeace of educationeng
dc.titleEinstein e Freud: guerra e paz num diálogo interdisciplinarpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentEducação, Arte e Históriapor
dc.publisher.programEducação, Arte e História da Culturapor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
dc.description.resumoO presente trabalho busca situar a relevância das idéias de Albert Einstein e de Sigmund Freud sobre a guerra e a paz para os esforços contemporâneos de construção de uma Cultura de Paz, conforme postulados pela ONU/UNESCO para a Década Internacional da Cultura de Paz (2001-2010). Como corpus para esta investigação, tem-se as duas cartas-abertas que Einstein e Freud trocaram entre si em 1932 - sob os auspícios do Instituto Internacional de Cooperação Intelectual da Liga das Nações - nas quais apresentavam suas visões sobre as causas da guerra e os possíveis caminhos para o estabelecimento de uma paz definitiva entre as nações. Os postulados de Einstein e de Freud sobre a guerra e a paz são analisados à luz da categorização contemporânea das formas de pacifismo ( as vias da paz ) elaborada por Norberto Bobbio. Conclui-se que as idéias apresentadas por Einstein e Freud, apesar de passados setenta anos de sua redação, ainda se mantêm relevantes na contemporaneidade, apesar de alguns dos pressupostos, especialmente de Freud, terem sofrido desgaste com o passar do tempo. Argumenta-se que suas contribuições são especialmente relevantes para fortalecer a idéia fundamental por trás dos esforços de educação por uma Cultura de Paz, qual seja, de que a guerra não é intrínseca à natureza humana, e que, portanto, pode ser eliminada. Em retrospectiva, percebe-se que a contribuição que Einstein e Freud podem prestar à Cultura de Paz advém tanto de suas idéias quanto do fato de terem se tornado figuras icônicas da cultura do século XX.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5863109084267807por
dc.contributor.advisor1Feijó, Martin Cezarpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5027900632073057por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/4176/Luis%20Henrique%20Beust%20-%20EAHC2006.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/1930/1/Luis%20Henrique%20Beust%20-%20EAHC2006.pdf


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