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dc.creatorBentes, Jackson Luiz Nunespt_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:44:33Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:09:47Z
dc.date.available2015-02-05pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:09:47Z
dc.date.issued2014-09-01pt_BR
dc.identifier.citationBENTES, Jackson Luiz Nunes. À sombra da vida nua: uma leitura biopolítica da infância. 2014. 332 f. Tese (Doutorado em Educação, Arte e História) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2014.por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/24596
dc.description.abstractThe thesis of this research follows two parallel lines: the first affirms that the history of infancy constructs the identity of infancy, in other words, infancy is not understood as a chronological issue but rather becomes a question of language. In the second line of research, the the shadow of infancy comes into play. Here we have in mind what Walter Benjamin, the major influence on this work, coined as the concept of bare life, which paved the way to think about childhood as lived in the shadow of bio-politics, of which Kaspar Hauser is an emblematic example. This research has been conducted by sifting through the intricacies of history, the condition named infancy, and the being named child. The central problem is how to think of the life of the being named child insofar as this life is determined by power. Reflecting on the child and on infancy from philosophy to the language of the cinema, we find the film, The Enigma of Kaspar Hauser. He is an emblematic personage of what Benjamin termed bare life, which later Michel Foucault called bio-politics. Along with the analysis of this film, the intention of the present thesis is to recover a reflection on infancy which can take into account, and at the same time move beyond, the cultural production and naturalization of childhood. What is infancy? This question serves as the common thread tying together the parallel lines of research referring to the problem of naturalization. Thus, it is language which seems to permit the thinking about the child and infancy and their submission to power, moving beyond the illusions of nature.eng
dc.description.sponsorshipFundo Mackenzie de Pesquisapt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectinfânciapor
dc.subjectcriançapor
dc.subjectvida nuapor
dc.subjectKaspar Hauserpor
dc.subjectbiopolíticapor
dc.subjectchildhoodeng
dc.subjectchildeng
dc.subjectbare lifeeng
dc.subjectKaspar Hausereng
dc.subjectBiopoliticseng
dc.titleÀ sombra da vida nua: uma leitura biopolítica da infânciapor
dc.typeTesepor
dc.publisher.departmentEducação, Arte e Históriapor
dc.publisher.programEducação, Arte e História da Culturapor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
dc.description.resumoA tese desta investigação segue duas linhas paralelas. Na primeira desenha-se a história da infância a partir da qual é possível dizer que se construiu uma identidade da infância. Na segunda, entra em jogo a questão da vida à sombra da infância . Nesta linha, tem-se em mente que Walter Benjamin, autor fundamental para este trabalho, ao cunhar o conceito de vida nua , abriu caminho para se pensar a questão da infância sob um viés que, mais tarde, Michel Foucault, ainda que se ocupando de outras questões, chamou de biopolítica. Para realizar esta investigação, percorre-se um caminho que perpassa os meandros da história, da condição do ser ao qual se deu o nome de infância e o ser que se chamou de criança. O problema central é pensar a questão da vida deste ser chamado criança enquanto esta vida é determinada pelo poder. Refletindo sobre a criança e a infância, ou as infâncias, desde a filosofia até a linguagem do cinema, encontrou-se o filme O Enigma de Kaspar Hauser , que revela um personagem emblemático daquilo que Benjamin chamou de vida nua . Juntamente com a análise deste filme, a intenção da presente pesquisa é resgatar uma reflexão sobre a infância que seja capaz de levar em conta a produção cultural da infância para além da naturalização do infantil. A pergunta que serve de fio vermelho costurando as linhas paralelas refere-se ao problema da naturalização. A linguagem parece ser o que permite pensar a criança e a infância e toda a submissão ao poder à qual ela foi condenada indo, por meio disso, para além das ilusões da natureza .por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8595759894540190por
dc.contributor.advisor1Tiburi, Marcia Angelitapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2521082956062846por
dc.contributor.referee1Araujo, Paulo Roberto Monteiro dept_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9520043604080391por
dc.contributor.referee2Giora, Regina Célia Faria Amaropt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7987535061534762por
dc.contributor.referee3Gualtieri, Regina Cândida Elleropt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0560994060961210por
dc.contributor.referee4Gottlieb, Lianapt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/5559180008814031por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/4074/Jackson%20Luiz%20Nunes%20Bentes.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/2082/1/Jackson%20Luiz%20Nunes%20Bentes.pdf


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