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dc.creatorCarvalho, Francione Oliveirapt_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:44:06Z
dc.date.accessioned2020-05-28T18:09:43Z
dc.date.available2012-02-09pt_BR
dc.date.available2020-05-28T18:09:43Z
dc.date.issued2011-12-19pt_BR
dc.identifier.citationCARVALHO, Francione Oliveira. Fronteiras instáveis: inautenticidade intercultural na escola de Foz do Iguaçu. 2011. 166 f. Tese (Doutorado em Educação, Arte e História) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2011.por
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/24578
dc.description.abstracthis study is part of the thesis that cultural integration in the social imaginary of Foz do Iguaçu, a Brazilian triple border town in the Western area of the State of Parana, is only a political and ideological construction rather than authentic expression by the citizens of that city. The focus of our investigation is based on the social relationship among Brazilian citizens with immigrants of Arab origin in Foz do Iguaçu, as well as the social relationship among Foz do Iguaçu citizens with their neighbors from Puerto Iguazu, a border town in Argentina. Our investigation took place in the Program for Bilingual Schools of Border Areas (PEBF) and in the Lebanese-Brazilian School. We agree with Charles Taylor when he says that inauthenticity is an alienated action by someone, which means the lack of perception on moral configuration and reference links which form one s authenticity. Self-perception demands cognitive structures, affinities and other qualifications intrinsic to a scenery which is created by the means of interaction among several social groups. Once people do not give much attention to this perception they end up moving in an inaccurate and inauthentic way through the public spaces. It is believed that because of intercultural inauthenticity people from different cultures produce actions or practices concerned with a protocol or institutionalized culture, rather than making a true contact with the other, what leads them to instable relationships based on power and on the necessity of identity recognitioneng
dc.description.sponsorshipFundo Mackenzie de Pesquisapt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFoz do Iguaçupor
dc.subjectfronteirapor
dc.subjectinautenticidade interculturalpor
dc.subjectescolapor
dc.subjectFoz do Iguaçueng
dc.subjectbordereng
dc.subjectintercultural inauthenticityeng
dc.subjectschooleng
dc.titleFronteiras instáveis: inautenticidade intercultural na escola de Foz do Iguaçupor
dc.typeTesepor
dc.publisher.departmentEducação, Arte e Históriapor
dc.publisher.programEducação, Arte e História da Culturapor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
dc.description.resumoA investigação parte da tese de que a integração cultural presente no imaginário social de Foz do Iguaçu, cidade brasileira de tríplice fronteira localizada no oeste do estado do Paraná, é mais uma construção política e ideológica do que uma expressão autêntica dos habitantes desta cidade. O recorte investigativo se dá a partir das relações sociais estabelecidas entre os habitantes de Foz do Iguaçu e os vizinhos da fronteira argentina, na cidade de Puerto Iguazú, e os moradores da cidade brasileira com os imigrantes de origem árabe. Tendo o Programa Escolas Bilíngues de Fronteira (PEBF) e a Escola Libanesa Brasileira como locais privilegiados da investigação. A partir de Charles Taylor, compreendemos a inautenticidade como ação alienada do sujeito, a falta de percepção sobre as configurações morais e elos referenciais significativos que formam a sua identidade. A percepção que os sujeitos possuem de si mesmos depende de estruturas cognitivas, afinidades comuns e outras qualificações inscritas num cenário que surge das interações com os diversos grupos sociais. Ao ficar alheios a esta percepção, os sujeitos acabam se movendo no espaço público de forma imprecisa e sem autenticidade. Acredita-se que a inautenticidade intercultural faz com os sujeitos de culturas diversas produzam ações ou práticas mais próximas do protocolo e da institucionalização da cultura do que do contato qualificado com o outro, criando relações instáveis e permeadas por poder e pela necessidade de reconhecimento identitáriopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6262224578426097por
dc.contributor.advisor1Araujo, Paulo Roberto Monteiro dept_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9520043604080391por
dc.contributor.referee1Boto, Carlota Josefina Malta Cardozo dos Reispt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2170526237232776por
dc.contributor.referee2Sant´anna, Maria Clotilde Perez Rodrigues Baironpt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3579570829993136por
dc.contributor.referee3Martins, Mirian Celeste Ferreira Diaspt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7167254305943668por
dc.contributor.referee4Mizukami, Maria da Graça Nicolettipt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2121396261196481por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/2648/Francione%20Oliveira%20Carvalho.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/2063/1/Francione%20Oliveira%20Carvalho.pdf


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