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dc.creatorTropiano, Ligia Maria da Costa Canellaspt_BR
dc.date.accessioned2016-03-15T19:40:14Z
dc.date.accessioned2020-03-19T15:20:02Z
dc.date.available2013-11-13pt_BR
dc.date.available2020-03-19T15:20:02Z
dc.date.issued2013-06-10pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/22546
dc.description.abstractThe aim of this study is to describe how premature babies behave intersubjectively in the relationship with their mothers during the first weeks of their lives. In order to understand the dyadic interaction between mother and baby, a qualitative and descriptive approach to research has been adopted. Four dyads comprised of primigravida women and their newly-born premature babies took part in the study. The babies had been born prematurely after 28 to 35 weeks of gestation and admitted to the neonatal intensive-care unit of a public hospital in the greater São Paulo. Two were female and two male. The data was collected from the filming of the first dyadic interaction in the mother s arms, lasting between 15 to 30 minutes. After that first registry, the dyadic behaviors between mother and baby were described and categorized following the intersubjective categories suggested by Fiamenghi (1999) and Fiamenghi et al. (2010). The results from the descriptions of the dyadic interactions showed that the prematurely-born babies establish an intersubjective relationship with their mother. There are positive emotions expressed through smiles, signs of coziness, synchrony, timing and empathy of feelings, falling into the category of (negotiating) interaction, invitation and imitation and (emotional) curiosity and friendliness; low frequency of negative feelings; and no aggressive behavior on the part of the mother. The outcome of this research may reinforce the need to adopt a humanizing approach to the prematurely-born babies; the need of inclusion of the family; and training and awareness of the whole multidisciplinary team. We suggest continuing this study by research using group.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectprematuridadepor
dc.subjectintersubjetividadepor
dc.subjectmultidisciplinarpor
dc.subjectprematureeng
dc.subjectintersubjectiveeng
dc.subjectmultidisciplinaryeng
dc.titleAfetividade nas interações mãe-bebê prematuro no primeiro contato físicopor
dc.typeDissertaçãopor
dc.publisher.departmentPsicologiapor
dc.publisher.programDistúrbios do Desenvolvimentopor
dc.publisher.initialsUPMpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA SOCIAL::RELACOES INTERPESSOAISpor
dc.description.resumoO objetivo deste estudo foi descrever como os bebês prematuros se comportam intersubjetivamente na relação com suas mães nas primeiras semanas de vida. Para compreender as interações entre as díades mãe-bebê optou-se por uma metodologia qualitativa e descritiva de pesquisa. Participaram do estudo 4 díades compostas por mães primigestas e seus bebês recém-nascidos prematuros de 28 a 35 semanas, internados na UTI neonatal de uma instituição hospitalar pública da Grande São Paulo, 2 do sexo masculino e 2 do sexo feminino. Os dados foram coletados a partir da filmagem da primeira interação entre a díade ocorrida no colo da mãe, com duração entre 15 a 30 minutos. Após esse registro os comportamentos das díades mãe-bebê foram descritos e categorizados, de acordo com as categorias intersubjetivas propostas por Fiamenghi (1999) e Fiamenghi et al. (2010). Os resultados obtidos partir das descrições das interações das díades demonstrou que os bebês prematuros apresentam comportamentos intersubjetivos frente ao contato com sua mãe. Observou-se emoções positivas demonstradas por sorrisos, expressões de aconchego, sincronia, timing e empatia de sentimentos, atendendo às categorias de interação, convite e imitação (negociadoras) e curiosidade e simpatia (emocionais), baixa frequência de emoções negativas e nenhum comportamento agressivo por parte das mães. Os resultados desta pesquisa podem reforçar a necessidade da abordagem de humanização com os prematuros bem como a inserção da família e o treinamento e conscientização de toda a equipe multidisciplinar. Sugere-se continuidade do estudo com pesquisa de grupo.por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1141574217471456por
dc.contributor.advisor1Assis, Silvana Maria Blascovi dept_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6553900966729412por
dc.contributor.referee1Carvalho, Sueli Galego dept_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1645252855599015por
dc.contributor.referee2Caromano, Fátima Aparecidapt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5376430311216534por
dc.thumbnail.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/3852/Ligia%20Maria%20da%20Costa%20Canellas%20Tropiano.pdf.jpg*
dc.bitstream.urlhttp://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/1624/1/Ligia%20Maria%20da%20Costa%20Canellas%20Tropiano.pdf


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