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dc.contributor.advisorAndreucci, Ana Cláudia Pompeu Torezan
dc.contributor.authorTerra, Ana Paula Ricco
dc.date.accessioned2019-10-08T18:32:11Z
dc.date.available2019-10-08T18:32:11Z
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/20625
dc.description.abstractInvestiga-se os limites do acesso igualitário a educação superior no Brasil, sob a ótica do coletivo de jovens mães e estudantes grávidas que por falta de proteção legal e promoção de políticas públicas por parte das Instituições de Ensino e do Estado podem ter o sonho da profissionalização prejudicado. Utiliza-se para tal fim um aporte interseccional que configura as estudantes grávidas como um grupo desprivilegiado no ambiente universitário, sujeito a uma forma específica de opressão. A partir dessa perspectiva, levantam-se hipóteses das razões pelas quais se manifesta um estereotipo de mulher acadêmica, criando um estigma para as mulheres que vivenciam a experiência da maternidade durante a graduação. Para compreender o alcance desse perfil excludente na universidade brasileira, analisa-se a proteção conferida pela Lei 6.202/75, o Decreto-Lei 1.044/69, a Lei do Estágio e o PL 7109/10, afim de investigar quais são direitos atualmente concedidos a estudante gestante. Na conclusão, indaga-se se esse coletivo está sujeito a uma forma continuada de violência institucional perpetrada pelo Estado e pelas Instituições de Ensino.pt_BR
dc.description.abstractLa investigación estudia los límites del acceso igualitario a la enseñanza superior en Brasil, a partir de la mirada del colectivo de madres jóvenes que por falta de protección legal y promoción de política púbicas por las Instituciones de Educación y del Estado pueden tener el sueño de la profesionalización interrumpido. Se utiliza para alcanzar esa finalidad la adopción de la teoría de la interseccionalidad que configura las estudiantes embarazadas como un grupo desaventajado en el ambiente académico, sujeto a una forma específica de opresión. A partir de esa perspectiva, se levanta hipótesis de las razones por las cuales se manifiesta un estereotipo de mujer académica, responsable por el estigma que alcanza las mujeres que vivencian la experiencia de la maternidad mientras cursan sus grados. Para comprender la extensión de ese rol excluyente en las Instituciones brasileñas, se analiza la protección conferida por la ley 6.202/75, el Decreto-Ley 1.044/69, la Ley del “Estágio” y el Proyecto de Ley 7109/10, para averiguar cuales son los derechos actuales concedidos a la estudiante embarazada. En la conclusión, se indaga si ese colectivo está sujeto a una forma continuada de violencia institucional cometida por el Estado o las Instituciones de Educación.pt_BR
dc.formatTextopt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Presbiteriana Mackenziept_BR
dc.subjectmaternidadept_BR
dc.subjectacesso à educaçãopt_BR
dc.subjectgravidez na graduaçãopt_BR
dc.subjectestágiopt_BR
dc.subjectperfil de mulher acadêmicapt_BR
dc.subjectmaternidadpt_BR
dc.subjectacceso a la educaciónpt_BR
dc.subjectembarazo en el nachilleratopt_BR
dc.subjectestágiopt_BR
dc.subjectrol de mujer académicapt_BR
dc.titleDificuldade das estudantes grávidas e jovens mães na universidade e no estágio: existe um perfil de mulher acadêmica?pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.refereesJunqueira, Michelle Asato
dc.contributor.refereesDemirdjian, Marcelo Bonotto
dc.publisher.departmentFaculdade de Direito (FD)pt_BR
dc.publisher.initialsUPMpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.date.qualified2019-06-01


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