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Campo DCValorIdioma
dc.creatorLeão, Gabriel-
dc.date2018-06-13-
dc.date.accessioned2019-04-09T08:45:09Z-
dc.date.available2019-04-09T08:45:09Z-
dc.identifierhttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/10550-
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/19765-
dc.descriptionO Brasil sediou os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. Uma oportunidade de expressar para o mundo seu soft power passou de uma edição dos Jogos humilde, mas realizada com propriedade, a  uma mancha para sua imagem, com escândalos de corrupção, medalhas que descascavam e a prisão do Chefe do Comitê Olímpico Brasileiro Carlos Arthur Nuzman por suspeitas de lavagem e desvio de dinheiro. Neste artigo os autores avaliam a prisão de Nuzman e como tal fenômeno afeta o soft power esportivo brasileiro sob a visão de teóricos como Joseph Nye, Pierre Bourdieu e Guy Debord.Palavras-Chave: Soft power; Brasil; Esporte; Jogos Olímpicos.pt-BR
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagepor-
dc.publisherUNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIEpt-BR
dc.relationhttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/10550/7190-
dc.rightsDireitos autorais 2018 Revista Trama Interdisciplinarpt-BR
dc.sourceRevista Trama Interdisciplinar; v. 8, n. 3 (2017): O Brasil dentro e fora do cenário internacionalpt-BR
dc.source21775672-
dc.titleGol contra o soft power brasileiropt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
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