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Tipo do documento: Tese
Título: A sobrevivência das mulheres de Johannes Vermeer na arte contemporânea
Autor: Susigan, Cristina
Primeiro orientador: Rizolli, Marcos
Primeiro membro da banca: Stori, Norberto
Segundo membro da banca: Mello, Regina Lara Silveira de
Terceiro membro da banca: Cohen, Rosa
Resumo: A obra do pintor holandês Johannes Vermeer (1632-1675) estava bastante consolidada no período em que viveu. Pintando por encomenda, possuía mecenas frequentes, pouco produziu – são conhecidas 35 obras do artista, sendo que duas, uma é considerada do seu círculo e a outra apenas atribuída. Pouco se sabe sobre sua vida. Não teve aprendizes. Não deixou desenhos e esboços, e as mais recentes pesquisas indicam que deve ter tido acesso a uma câmera escura para ajudar na composição dos seus quadros. Todos esses fatores levaram, após a sua morte, que seu nome se desvanecesse progressivamente. Apenas no século XIX o jornalista e político Etienne-Joseph-Théophile Thoré (1807-1869), inicia uma busca por toda a Europa pelas obras de Vermeer, posteriormente elaborando um catálogo com as mesmas. Entretanto, será em 1988, com o minucioso trabalho de pesquisa de John Michael Montias (1928-2005), no seu livro, Vermeer and His Millieu: A Web Social History, que novos dados serão acrescentados a biografia do artista holandês. Em 1995-96, uma megaexposição com a curadoria de Arthur K. Wheelock, Jr., com itinerância em Haia, reuniu vinte e uma pinturas de Johannes Vermeer, ampliando os estudos, com novas descobertas e uma nova atribuição de cronologia. Desde então, escritores, cineastas, artistas plásticos têm se apropriado da obra do pintor holandês, fazendo citações e releituras das mesmas. Este estudo se divide em três eixos: o primeiro o estudo histórico da vida e da obra do mestre de Delft, a megaexposição e suas contribuições; o segundo, um estudo teórico sobre a temática da apropriação nas artes, a citação e a releitura, para além da questão trazida por Aby Warburg (1866-1929) das Nachleben, ou na tradução para o português, sobrevivência das imagens, conceituando estes termos e estabelecendo um percurso histórico, e o terceiro e mais importante, o estudo crítico sobre as obras dos artistas que se apropriaram da obra do pintor holandês, fazendo um criteriosa escolha curatorial de imagens e posteriormente a escolha de quatro artistas plásticas do século XX que ao trabalharem sobre a obra do artista, apropriam-se e fazem com que sua obra sobreviva no tempo e no espaço, dando uma nova ressignificação, um novo olhar.
Abstract: The work of the Dutch painter Johannes Vermeer (1632-1675) was well established in the period in which he lived. Painting to order, had some frequent patrons, he had a little produced - are known 35 works of the artist, being two, one is considered of its circle and the other only attributed. Little is known about his life. Did not have apprentices. He left no drawings and sketches, and the latest research indicates that he must have had access to a dark camera to aid in the composition of his paintings. All these factors led, after his death, that his name faded progressively. It was only in the XIX century that the journalist and politician Etienne-Joseph-Théophile Thoré (1807-1869) began a search for the whole of Europe for the works of Vermeer, later elaborating a catalog with them. However, it will be in 1988 with John Michael Montias's (1928-2005) in-depth research in his book, Vermeer and His Millieu: The Web Social History, that new data will be added to the biography of the Dutch artist. In 1995-96, a mega exhibition curated by Arthur K. Wheelocl, Jr., roaming in The Hague, brought together twenty-one paintings by Johannes Vermeer, expanding his studies with new discoveries and a new chronological assignment. Since then, writers, filmmakers and artists have appropriated the work of the Dutch painter, making quotations and re-reading them. This study is divided into three axes: the first the historical study of the life and work of the master of Delft, the mega exhibition and its contributions; the second, a theoretical study on the subject of appropriation in the arts, citation and rereading, beyond the question brought by Aby Warburg (1866-1929) of the Nachleben, or in the translation into Portuguese, survival of the images, conceptualizing these terms and establishing a historical path, and the third and most important, the critical study on the works of the artists who appropriated the work of the Dutch painter, making a careful choice curatorial of images and later the choice of four plastic artists of the XX century that when working on the artist's work, they take ownership and make their work survive in time and space, giving a new signification, a new look.
Palavras-chave: Vermeer, Johannes;  megaexposição;  sobrevivência das imagens;  apropriação;  artistas plásticas contemporâneas
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Sigla da instituição: UPM
Departamento: Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT)
Programa: Educação, Arte e História da Cultura
Citação: SUSIGAN, Cristina. A sobrevivência das mulheres de Johannes Vermeer na arte contemporânea. 2017. 456 f. Tese( Educação, Arte e História da Cultura) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo .
Tipo de acesso: Acesso Restrito
Endereço da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
URI: http://tede.mackenzie.br/jspui/handle/tede/3357
http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/19115
Data de defesa: 4-Ago-2017
metadata.dc.bitstream.url: http://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/3357/5/Cristina%20Susigan.pdf
Aparece nas coleções:Educação, Arte e História da Cultura - Teses - CEFT Higienópolis

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