Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/18804
Tipo do documento: Tese
Título: Boa forma da paisagem: leituras urbanas em paisagens residuais
Autor: Arruda, Andrea Agda Carvalho de Sousa
Primeiro orientador: Villac, Maria Isabel
Primeiro membro da banca: Abascal, Eunice Helena Sguizzardi
Segundo membro da banca: Kato, Volia Regina Costa
Terceiro membro da banca: Vitale, Silvia Pereira de Sousa Mendes
Quarto membro da banca: Cavalcante, Morgana Maria Pitta Duarte
Resumo: Existe uma boa forma da paisagem? De que maneira se pode perceber e analisar a paisagem dos espaços livres públicos, especialmente aquelas residuais? Aspectos formais, estéticos e sensoriais se exprimem de modo crucial na análise e compreensão dos espaços quando se pensa na paisagem com sensibilidade. A partir dessas perspectivas busca-se caminhos para trabalhar na criação de uma arquitetura da paisagem mais sensível e apropriada. A leitura da paisagem tornase o ponto de partida, de modo a valorizar a complexidade de uma ecologia ambiental, social e mental. Várias perspectivas se cruzam e apontam para uma ecologia urbana dos sentidos, uma estética ambiental e a percepção das ambiências urbanas. Baseando-se na reflexão desses vários eixos que se cruzam, encontra-se nas teorias de Kevin Lynch uma abordagem sistêmica e ao mesmo tempo sensível à percepção e à vivência do usuário. As teorias desenvolvidas por Kevin Lynch, em Good City Form (1981) tratam das dimensões de performance e fornecem parâmetros amplos e sintonizados com a ideia da ecosofia. As cinco dimensões de p erformance são: vitalidade, sentido, acesso, adequação e controle. Com efeito, o conceito de performance associa-se ao de ambiência que foca mais detidamente na percepção. Analisando, apontando conexões, ativando sentidos e soluções para os desafios, situa-se a Arquitetura da Paisagem. Com uma abordagem alinhada à percepção, vai-se ao campo para a construir de um método que permita se focar em uma percepção mais aguçada, atenta a sutilezas e ambiências que se expressam na paisagem. Aqui as paisagens residuais se exibem como fenômeno a ser estudado. A elas são indagadas as inquietações. A partir de tais reflexões teóricas, inicia-se uma jornada que aponta para possibilidades de leitura da paisagem em espaços livres públicos de modo a contribuir com a pesquisa em Arquitetura da Paisagem. Por uma “boa forma da paisagem”.
Abstract: Is there a good shape of the landscape? How can one perceive and analyze the landscape of public spaces, especially those that are residual? Formal, aesthetic and sensorial aspects express themselves crucially in the analysis and understanding of spaces when one thinks of the landscape with sensitivity. From these perspectives, one looks for ways to work on the creation of a more sensible and appropriate landscape architecture. Reading the landscape becomes the starting point in order to value the complexity of an environmental, social and mental ecology. Several perspectives intersect and point to an urban ecology of the senses, an environmental aesthetic and the perception of urban ambiences. Based on the reflection of these several intersecting axes, one finds in the theories of Kevin Lynch a systemic approach and at the same time sensitive to the perception and the experience of the user. The theories developed by Kevin Lynch in Good City Form (1981) deal with performance dimensions and provide broad parameters that are attuned to the idea of ecosophy. The five dimensions of performance are: vitality, sense, access, adequacy and control. In fact, the concept of performance is associated with that of ambience that focuses more closely on perception. By analyzing, pointing connections, activating senses and solutions to the challenges, Landscape Architecture is located. With an approach aligned with perception, one goes to the field to build a method that allows focusing on a sharper perception, attentive to the subtleties and ambiences that express themselves in the landscape. Here the residual landscapes appear as a phenomenon to be studied. They are asked about their concerns. From such theoretical reflections, a journey begins that points to possibilities of reading the landscape in public spaces in order to contribute to the research in Landscape Architecture. For a "good shape of the landscape"
Palavras-chave: paisagem;  forma urbana;  leituras urbanas;  dimensões de performance
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMO
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Sigla da instituição: UPM
Departamento: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)
Programa: Arquitetura e Urbanismo
Citação: ARRUDA, Andrea Agda Carvalho de Sousa. Boa forma da paisagem: leituras urbanas em paisagens residuais. 2018. 248 f. Tese ( Arquitetura e Urbanismo) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo .
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Endereço da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
URI: http://tede.mackenzie.br/jspui/handle/tede/3782
http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/18804
Data de defesa: 14-Jun-2018
metadata.dc.bitstream.url: http://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/3782/5/ANDREA%20AGDA.pdf
Aparece nas coleções:Arquitetura e Urbanismo - Teses - FAU Higienópolis

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