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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMelo Alves, Carlos André de; Universidade de São Paulo-
dc.creatorSzabo Cherobim, Ana Paula Mussi; Universidade Federal do Paraná-
dc.date2009-04-17-
dc.date.accessioned2016-12-02T21:56:42Z-
dc.date.available2016-12-02T21:56:42Z-
dc.identifierhttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/RAM/article/view/390-
dc.identifier.urihttp://dspace.mackenzie.br/handle/10899/15672-
dc.descriptionThis paper examines the operational risk disclosure levels of 24 brazilian banks and 9 foreign banks based on the Basel Committee recommendations. The information is taken from 2003 and 2004 annual reports and other disclosure instruments. The sample is based on Central Bank of Brazil's Report "50 maiores bancos". It was used an analysis framework of 9 categories and 18 subcategories, based on the Pillar 3 of Basel II, in the "Sound Practices for the Management and Supervision of Operational Risk", in the theoretical review and in a research in which were considered professionals opinions about the categories and subcategories. Non-parametric tests were used. The results showed that the disclosure levels for brazilian and foreign banks, respectively, were of 17.13% and 77.78% in 2003, and 24.31% and 81.48% in 2004. The non-parametric tests showed that foreign banks disclosed more than brazilian banks, and both increased their disclosure levels in 2004.KEYWORDSOperational risk; Operational risk disclosure; Recommendations of the Basel Committee; Financial institutions; Non-parametric tests.en-US
dc.descriptionEste estudo buscou verificar os níveis de divulgação do risco operacional de 24 bancos do país e de 9 do exterior, segundo recomendações do Comitê da Basiléia, em 31 de dezembro de 2003 e 31 de dezembro de 2004. Realizaram-se revisão teórica e pesquisa documental, com o propósito de analisar o conteúdo de relatórios anuais e outros instrumentos de divulgação. A amostra baseou-se no relatório “50 maiores bancos” do Banco Central do Brasil. A análise empregou 9 categorias e 18 subcategorias baseadas em recomendações do Comitê, na revisão teórica e em pesquisa exploratória em que se coletou opinião de profissionais relativa às categorias e subcategorias. Aplicaram-se testes não paramétricos. Constatou-se que os níveis de divulgação de bancos do país e do exterior em 2003 foram, respectivamente, 17,13% e 77,78%, e em 2004, 24,31% e 81,48%. Os testes indicaram que os bancos do exterior divulgaram mais subcategorias e que a quantidade de subcategorias divulgadas pelos dois grupos de bancos aumentou em 2004.PALAVRAS-CHAVERisco operacional; Divulgação do risco operacional; Recomendações do Comitê da Basiléia; Instituições financeiras; Testes não paramétricos.pt-BR
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagepor-
dc.publisherEditora Mackenziept-BR
dc.relationhttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/RAM/article/view/390/227-
dc.rightsDireitos autorais 2015 Revista de Administração Mackenziept-BR
dc.sourceRevista de Administração Mackenzie; v. 10, n. 2 (2009)en-US
dc.sourceRevista de Administração Mackenzie; v. 10, n. 2 (2009)es-ES
dc.sourceRevista de Administração Mackenzie; v. 10, n. 2 (2009)pt-BR
dc.source1678-6971-
dc.source1518-6776-
dc.titleANALYSIS OF OPERATIONAL RISK DISCLOSURE LEVEL ACCORDING TO RECOMMENDATIONS OF BASEL COMMITTEE: A STUDY IN BRAZILIAN AND FOREIGN BANKSen-US
dc.titleAnálise do nível de divulgação do risco operacional segundo recomendações do Comitê da Basiléia: estudo em bancos do país e do exteriorpt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
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